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Governo do DF aprova socorro bilionário ao BRB para cobrir rombo do Master

Prejuízo foi originado na operação para compra do Banco Master. O BRB comprou R$ 12,2 bilhões em créditos podres e precisa reservar cerca de R$ 8 bilhões no balanço como compensação. O acordo foi barrado pelo BC (Banco Central) no ano passado. Ainda assim, o BRB já havia assumido operações financeiras que passaram a ameaçar o caixa da instituição.

Imóveis de empresas públicas podem ser utilizados no socorro. O veredito autoriza a venda ou transferência de propriedades do próprio governo e da Companhia Imobiliária de Brasília e das empresas CEB (Companhia Energética de Brasília) e Caesb (Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal) para compor o patrimônio do banco.

BRB planeja aumentar o capital em R$ 8,86 bilhões. Segundo comunicado ao mercado divulgado ontem à noite, o conselho de administração do Banco de Brasília aprovou submeter à deliberação da Assembleia Geral Extraordinária proposta de aumento do capital social da companhia por meio da emissão de ações. A proposta será votada pelos acionistas no dia 18 de março.

Aumento de capital será feito com oferta privada de ações. Pela proposta, haverá a subscrição de 1,675 bilhão de ações ordinárias, ao preço de emissão de R$ 5,29 por ação. O valor representa um prêmio de 12,8% em relação ao preço de fechamento do pregão de segunda-feira, de R$ 4,69.

Distrito Federal detém 56,48% das ações ON, com direito a voto. A participação do Distrito Federal é de 53,71% do capital total. O Iprev/DF (Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal) possui 18,73% das ações ON (12,33% do capital total), a Associação Nacional dos Empregados Ativos e Aposentados do Banco de Brasília detém uma fatia de 13,3% do capital votante (8,92% do capital total). O restante do capital do banco público de Brasília está no mercado e acionistas minoritários.

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