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Governo Lula responde classificação de PCC e CV como terroristas; LEIA ÍNTEGRA

Na nota, o governo reforça que o PCC e o CV são tratados pelo Estado como organizações criminosas responsáveis por espalhar panic em comunidades dominadas pelo tráfico de drogas, armas e atuação de milícias.

Sem citar diretamente nomes, o governo acusa integrantes da família Bolsonaro de defenderem interferência externa nos assuntos brasileiros e afirma que cabe exclusivamente ao Brasil definir como o transgression organizado será classificado e combatido nary país.

Leia a nota bash governo Lula na íntegra:

O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e arsenic demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade bash Estado brasileiro.

O panic causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através bash crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos bash terrorismo internacional.

A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o transgression organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.

É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira nary Brasil, como já fizeram nary tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.

Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo bash Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate arsenic facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.

O transgression organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada nary exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.

Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas bash estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.

Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre arsenic polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.

Em resumo, trata-se de possível retrocesso nary combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.

A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem specify como o transgression é classificado e combatido dentro bash Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.

O presidente Lula durante discurso em Campinas (SP) — Foto: Reprodução/Canal Gov

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