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Guerra no Irã deixou cerca de 140 soldados dos EUA feridos, diz Pentágono

Segundo o governo Trump, no entanto, "a grande maioria dos ferimentos dos EUA na guerra com o Irã foram leves e 108 militares já retornaram ao serviço".

O novo balanço veio depois que a agência de notícias Reuters procurou o Departamento de Guerra dos EUA para comentar os números revelados por duas pessoas familiarizadas com o assunto. Elas falaram à reportagem, sob condição de anonimato, que pelo menos 150 soldados haviam sido vítimas de ataques.

Anteriormente, o Pentágono havia falado em apenas 8 militares americanos gravemente feridos.

Hegseth fala em 'desespero' do Irã e anuncia ataques intensos

Pete Hegseth e Dan Caine — Foto: REUTERS

"O Irã está desesperado e em apuros. Está sozinho e perdendo feio, cometeu um grande erro ao atacar seus vizinhos. Hoje será o dia de ataques mais intenso e o Irã disparou o menor número de mísseis nas últimas 24 horas", vibrou.

O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, falou sobre os planos de ataque ao lado do secretário. Revelou que os EUA realizaram ataques contra mais de 5 mil alvos, entre eles mais de 50 navios de guerra, nos primeiros 10 dias e que tem como alvo agora "navios lançadores de minas e instalações de armazenamento".

"Acho que eles estão lutando, e respeito isso, mas não acho que sejam mais formidáveis ​​do que pensávamos".

Nesta terça, o chefe do Conselho de Segurança do Irã, Ali Larijani, um dos mais altos cargos do país, ameaçou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Larijani disse não ter medo do que chamou de "ameaças vazias" do norte-americano e disse que Trump deve tomar cuidado "para não ser eliminado".

O povo de Ashura, no Irã, não teme suas ameaças vazias. Nem mesmo aqueles maiores que você conseguiram eliminar a nação iraniana. Cuidado para não ser eliminado!", escreveu Larijani, que era um dos nomes considerados para suceder o aioatolá Ali Khamenei.

O recado foi uma resposta à ameaça que Trump teceu nesta segunda-feira (9) em um post na rede Truth Social. Disse que iria atacar o Irã com ofensiva "20 vezes mais forte" caso Teerã siga bloqueando o Estreito de Ormuz, e, com isso, criando uma crise no preço e abastecimento de petróleo no mundo.

Trump ameaça Irã com ataque “20 vezes maior” se Estreito de Ormuz for fechado

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Nesta terça, o governo de Israel também se mostrou disposto a seguir no conflito. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que "ainda não terminamos" ao se referir às ofensivas no Irã.

“Nossa aspiração é que o povo iraniano se liberte do jugo da tirania; em última instância, isso depende deles. Mas não há dúvida de que, com as medidas tomadas até agora, estamos quebrando seus ossos e ainda não terminamos”, declarou.

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