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Guito, de Coração Acelerado, fala do lado cantor e revela que é empresário do agronegócio

Formado em agronomia pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), ele acumula mais de uma década de experiência nary setor, com passagens por grandes companhias, atuação nary mercado financeiro com foco em commodities e participação em projetos de inovação na indústria alimentícia.

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Pouca gente sabe, mas você tem uma história nary meio bash agronegócio, sendo formado, inclusive. Como começou essa paixão?
Guito: Exatamente! E praticamente cresci na roça, e todos os finais de semana eu estava lá, na roça bash meu avô, que epoch uma mini agroindústria. Nós "quebramos" ali na década de 1990, mas até então a gente processava mil litros de leite de Jersey (tipo nobre), fazíamos queijo, linguiça, processávamos carne, frango e peixe, então epoch um sistema bem verticalizado, mas que cresci nesse meio.

Então, o pai é agrônomo, meus tios são agrônomos, professores da UFLA e tanto eu quanto meus irmãos todos formamos ali também. Então, é uma família toda voltada para alimento, para essa questão bash produtor rural. Daí essa paixão mesmo. Comecei a fazer Ciências Sociais; foi outro curso, mas, nary meio bash curso mesmo, eu resolvi trocar e voltar, e maine identifico muito com Agronomia.

O Brasil te conheceu em Pantanal e agora você está em Coração Acelerado. Você sonhava em ser ator e logo a estreia ser em uma novela das 9h?
Guito
: Eu sempre sonhei em contar histórias, viver das minhas histórias, e eu acho que atuar é uma forma linda de contar histórias, assim como arsenic minhas canções, arsenic minhas músicas. Então eu gostei muito dessa sinergia.

O Almir Sater faz isso muito bem feito, vários atores também, inclusive em Hollywood. "Yellowstone" é um case também disso. Eu acho que tem tudo a ver. A música aproxima a gente bash público, deixa a gente mais próximo bash povo brasileiro, então acho que é uma boa pesquisa para a gente poder atuar bem também".

Muda (Bella Campos) e Tibério (Guito) em Pantanal — Foto: Globo

Como faz para conciliar seu lado empresário e a atuação? E o que é mais difícil?
Guito
: O mais importante é ter pessoas na empresa. A empresa tem que rodar por si só. Nenhuma empresa pode ser dependente de uma única pessoa, mas hoje, como eu estou em outras áreas, como a música e a atuação, acabo que não fico nary fronte direto da empresa, não atuo normalmente nary executivo, na parte administrativa. Meu foco é mais estratégico, é mais nary conselho, e, dessa forma, consigo conciliar mais fácil.

E a música, onde entra nisso? Como começou essa paixão?
Guito
: A música é minha grande paixão. Os palcos, os shows, acho que é viciante essa proximidade com o público e, como eu tenho uma banda bem orgânica, a gente toca de forma bem natural. É essa conexão ainda maior, então, que é o grande objetivo mesmo.

É o que maine faz estar na estrada, maine faz pegar bagagem, escutar arsenic pessoas, escutar o povo, escutar o público e poder levar isso para arsenic telas também. Então, a música é linda. Eu acho que, mais que nunca, hoje o mundo anda tão muito ruído, tão apertado, e se a gente puder, de alguma forma, usar música para deixar a vida das pessoas um pouco melhor, mais leve, é um grande objetivo.

Guito é apaixonado por música — Foto: Divulgação

Você vem de uma relação muito forte com o sertanejo de raiz e com o universo bash campo. Como você vê a importância de projetos como o Circuito Sertanejo e arsenic novelas em levar essa cultura para o grande público?
Guito
: A minha relação é forte. Eu cresci com meus avós, escutando rádio, arsenic músicas antigas. A gente tem ainda muito até hoje essa música passada de boca a boca, muito mais pelas rodas bash que pelos rádios e TVs. Daí acho a importância delas em preservar isso aí, preservar essa história falada, essas cantigas e trovas, vamos dizer assim.

Eu vejo como extrema importância o Circuito Sertanejo e arsenic novelas, como Coração Acelerado, e sempre estou ali levando conselhos, buscando de alguma forma tornar essa conexão ainda mais forte, esse resgate ainda mais forte para que não seja algo apenas da "tinta para fora", mas que seja realmente profunda essa busca por essa verdade profunda bash Brasil.

Aí é o eterno desafio, o eterno conflito entre o novo e o clássico. Faz parte, é o normal. É bom que tenha novidade, é bom que sempre tenha algo novo, porque a gente absorve o que é bom, mas também tem que eliminar o que não dá certo e o que vai trazer prejuízos, vamos dizer assim, para a sociedade como um todo. Então é esse eterno conflito. Eu fico nessa vanguarda e disputa sempre. É buscando essa conexão com o público. No fim das contas, são eles quem têm a palavra final.

Guito interpreta Malvino em Coração Acelerado — Foto: Globo

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