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?Há quem defenda que o Brasil só importe tecnologia?, diz diretor do MCTI

A partir do momento que a gente lança o plano já é um passo adiante, já é o Brasil olhando assim e falando, 'olha, a gente quer participar desse jogo, de acordo com o que cabe a nossa economia, de acordo com o que cabe dentro do nosso potencial de formação de pessoas'. Mas lembrando o seguinte: o Brasil é a décima economia do mundo, estamos dentro de um jogo global de tecnologia, temos um ecossistema de formação de pessoas muito importante, formamos excelentes mestres, doutores, e temos muitas boas universidades no Brasil, programas de pós-graduação pungentes e relevantes. A gente entra nesse jogo pra disputar onde nos cabe.
Hugo Valadares

O diretor compara os investimentos do PBIA aos de países como França e Alemanha, destacando que o aporte brasileiro chegou a patamares internacionais, mesmo com limitações econômicas.

Para ele, a formação de pesquisadores e o fortalecimento do ecossistema nacional são conquistas que precisam de continuidade.

A inovação não nasce de um dia para o outro, isso demanda toda uma cadeia de formação de pessoas, de investimento, não tem retorno financeiro a priori, isso às vezes é um processo, então a gente tem que ter essa ideia.
Hugo Valadares

E ele rebate a ideia de que o Brasil deva se contentar apenas em importar tecnologia.

Há inclusive correntes de pensamento e de governos que pensam que sim, nós temos que ser uma grande potência que vende commodities e, se a gente precisar de coisas importadas, de alta tecnologia, a gente compra. Essa não é a visão do presidente Lula.
Hugo Valadares

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