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Haddad diz que adversários de Lula são 'muito acanhadinhos' e 'tacanhos'

A questão geopolítica é, para Haddad, o principal desafio futuro do país. Ele defende que o tema seja a maior questão a ser enfrentada em um plano de governo da candidatura petista à reeleição. Questões internacionais como o ataque à Venezuela e a captura do ditador Nicolás Maduro pelos Estados Unidos preocupam o governo brasileiro, que repudiou a atitude do governo Donald Trump.

Na minha opinião, o grande tema é, diante da nova geopolítica internacional, qual é a pauta de desenvolvimento que o Brasil pode ter. Nesse particular, o Lula é meio insubstituível. Os adversários dele são muito acanhadinhos, não têm uma visão do que está acontecendo no mundo.

É aquela velha agenda, vender estatal e congelar salário mínimo. É isso que eu vejo da parte desses governadores. Essa agenda não vai para frente como projeto de país.

Como vamos nos inserir nessa nova ordem global? Penso que o Lula tem condições de dar uma resposta a isso. Temos o desafio de olhar o que está acontecendo, entender. Ele já está fazendo isso, essa avenida que ele criou com a União Europeia. Ele não está escolhendo parceiros, está promovendo novas parcerias. Está muito preocupado com o Brasil e está fazendo com que o Brasil não seja anexado, nem mentalmente, a nenhum bloco.
Fernando Haddad, em entrevista ao UOL News

A oposição, porém, tem uma visão "tacanha" de projeto para o país, segundo ele. Ainda sem citar nomes, falou que os adversários não têm "traquejo para enfrentar o desafio internacional que está sendo colocado".

É uma visão muito pequena do Brasil, muito tacanha, um pessoal muito tacanho, sem traquejo pra enfrentar o desafio internacional que está sendo colocado.

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