Diante de ameaças feitas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, os rebeldes afirmaram que não recuarão e anunciaram ainda ter atacado navios norte-americanos em rota no Mar Vermelho.
Em comunicado, os Houthis disseram ter lançado mísseis e drones que atingiram o grupo do porta-aviões norte-americano Harry S. Truman — de onde partiram caças que atacaram alvos houthis no fim de semana — e afirmou que o ataque foi o terceiro contra embarcações dos EUA em 24 horas.
A Casa Branca ainda não havia confirmado os ataques até a última atualização desta reportagem.
Desde o início da guerra em Gaza, em outubro de 2023, os houthis — financiados pelo Irã e parte do chamado "Eixo da Resistência" — lançam mísseis contra o sul do Israel e atacam embarcações militares e comerciais no Mar Vermelho, uma das principais rotas marítimas do mundo.
Nesta terça, o comando do grupo criticou os bombardeios realizados na segunda-feira (17) por Israel na Faixa de Gaza e afirmou que o movimento rebelde "continuará seu apoio e assistência (aos palestinos) e intensificará a confrontação" contra Israel.
Durante a segunda-feira, milhares de manifestantes exibiram cartazes e armas, aos gritos de "morte aos Estados Unidos, morte a Israel", em um protesto na capital, Sanaa, segundo imagens exibidas pelo canal Al Masirah.
Também foram registradas manifestações em outras cidades como Saada, Dhamar, Hodeida e Amran.
Os bombardeios americanos do fim de semana atingiram principalmente a capital do Iêmen, controlada pelos rebeldes, e várias regiões do país, deixando 53 mortos - entre eles cinco crianças - e 98 feridos, segundo os huthis.

Vídeos mostram ataque dos EUA contra Houthis
O Comando Central Americano para o Oriente Médio (Centcom), dos EUA, disse na madrugada desta segunda que suas forças "continuam com as operações" contra os houthis.
O grupo havia interrompido os ataques contra barcos em frente ao litoral do Iêmen após a entrada em vigor em 19 de janeiro de uma trégua em Gaza, após 15 meses de guerra.Mas, recentemente, ameaçaram retomá-los após a decisão de Israel de bloquear a entrada de ajuda humanitária no território palestino.
A ONU pediu ao Exército norte-americano e aos huthis que cessem "toda atividade militar". A China pediu "diálogo" e uma desescalada.
O Ministério alemão das Relações Exteriores estimou que qualquer resposta aos ataques dos huthis deve ser "conforme o direito internacional".
Segundo Washington, "vários importantes dirigentes huthis" morreram com os bombardeios americanos.
Já o Irã condenou os ataques "bárbaros" dos Estados Unidos e advertiu que tomaria represálias contra qualquer ofensiva.
O Iêmen, um dos países mais pobres da península arábica, está submerso desde 2014 em uma guerra civil entre os houthis e o governo apoiado pela Arábia Saudita.
O conflito matou milhares de pessoas e afundou o país de 38 milhões de habitantes em uma das piores crises humanitárias da história, segundo a ONU.

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