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Importações e déficit em produtos batem recorde nos EUA no 2025 do tarifaço

Se forem excluídos os serviços, o déficit da balança comercial americana piorou em 2025. O saldo negativo, contabilizando apenas mercadorias, cresceu 2,1%, subindo de US$ 1,215 bilhão para US$ 1,240 bilhão, recorde histórico. As exportações aumentaram 5,7%, para US$ 2,197 trilhões, mas as importações também tiveram incremento, de 4,3%, a US$ 3,438 trilhões. O saldo negativo de mercadorias foi compensado pelo superávit obtido com serviços, de US$ 339,5 bilhões.

Importações americanas atingiram valor recorde. As compras dos americanos de US$ 3,438 trilhões produtos e serviços do exterior em 2025 foram as mais elevadas já registradas pelo governo do país, em série iniciada em 1960 pelo U.S. Census Bureau e pelo Bea (sigla de U.S. Bureau of Economic Analysis).

Donald Trump apostou na elevação de tarifas. O ano de 2025 foi marcado por uma política externa agressiva do presidente estadunidense, com o aumento das taxas de importação de produtos de diversos países, incluindo o Brasil.

Em dezembro, o déficit comercial dos Estados Unidos somou US$ 70,3 bilhões. O resultado representou uma alta de 32,6%, ou US$ 17,3 bilhões, em relação aos US$ 53 bilhões registrados em novembro.

Tarifas não impediram Estados Unidos de importações recordes de 46 países. Entre os exportadores que nunca tinham vendido tanto em um ano ao mercado americano estão o Mexico (US$ 534,9 bilhões), Taiwan (US$ 201,4 bilhões) e Vietnã (US$ 193,8 bilhões).

Estados Unidos destacam recordes de déficit comercial com sete países. No relatório, o órgão de estatística americano lista as economias com as quais teve em 2025 seu pior saldo comercial da história: México (US$ 196,9 bihões), Vietnã (US$ 178,2 bilhões), Taiwan (US$ 146,8 bilhões), Irlanda (US$ 114,2 bilhões), Tailândia (US$ 71,9 bilhões), Índia (US$ 58,2 bilhões) e Holanda (US$ 60,7 bilhões).

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