Segundo o jornal, Teerã comprou o satélite TEE-01B em um acordo secreto em 2024, e imagens capturadas pelo equipamento chinês ajudaram o país a realizar ataques contra as bases norte-americanas.
O satélite foi construído e lançado pela empresa chinesa Earth Eye Co e foi adquirido pela Força Aeroespacial da Guarda Revolucionária iraniana após ser colocado em órbita a partir da China, segundo a reportagem, que cita documentos militares iranianos vazados.
As bases militares dos EUA espalhadas pelo Oriente Médio foram alvo de ataques retaliatórios iranianos em meio à guerra que os dois países travam desde 28 de fevereiro. Centenas de mísseis e drones foram disparados contra as instalações, que foram em grande parte evacuadas antes do conflito para minimizar as baixas de soldados norte-americanos.
Comandantes militares iranianos teriam direcionado o satélite para monitorar as instalações militares dos EUA, de acordo com o jornal, que menciona listas de coordenadas com marcação de tempo, imagens de satélite e análises orbitais. As imagens teriam sido capturadas em março, antes e depois de ataques com drones e mísseis contra esses locais, segundo o FT.
Como parte do acordo com a China, a Guarda Revolucionária iraniana recebeu acesso a estações terrestres comerciais operadas pela Emposat, uma provedora de controle e dados de satélite sediada em Pequim, com uma rede que se estende pela Ásia, América Latina e outras regiões, ainda de acordo com a reportagem.
Assim como a Rússia, a China é um dos maiores aliados do regime iraniano. O governo Trump não se manifestou de forma oficial sobre a revelação do FT até a última atualização desta reportagem. No entanto, Trump disse no fim de semana que a China enfrentaria “grandes problemas” e até tarifas adicionais se fornecesse ajuda militar e sistemas de defesa aérea ao Irã. Pequim prometeu responder com medidas próprias caso isso acontecesse.
A embaixada da China em Washington disse ao FT que o país “se opõe firmemente a que partes relevantes difundam desinformação especulativa e insinuante contra a China”.

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