Segundo o próprio Hamas, Fateh Sherif Abu el-Amin liderava as operações do grupo terrorista no Líbano — o Hamas atua principalmente na Faixa de Gaza, onde foi fundado, mas também tem bases na Cisjordândia e no Líbano.
As Forças Armadas de Israel também confirmaram a morte e disseram que el-Amin foi "eliminado" junto de sua esposa e filhos durante um ataque nesta segunda na cidade de Tiro, no sul do Líbano, que vem sendo alvo de bombardeios israelenses desde a semana passada.
O bombardeio que matou al-Amin que teve como alvo sua residência, que fica em um campo de refugiados palestinos em Tiro. Segundo disseram moradores da cidade à agência de notícias Reuters, o ataque atingiu o andar superior de um prédio residencial.
O governo do Líbano ainda não havia informado, até a última atualização desta reportagem, se houve outras vítimas.
Segundo as Forças Armadas de Israel, o chefe do Hamas no Líbano era responsável por coordenar as atividades do grupo terrorista no país com operativos do Hezbollah. Al-Amin, ainda de acordo com Israel, também vinha recrutando soldados e adquirindo armas para que o Hamas também passasse a atuar no Líbano.

Entenda o conflito no Oriente Médio e a possibilidade de uma guerra geral
No domingo, Israel lançou ataques aéreos também contra a milícia Houthi no Iêmen e dezenas de alvos do Hezbollah em todo o Líbano.
Os Houthis, assim como o Hamas e o Hezbollah, também são apoiados pelo Irã e, desde o início da guerra na Faixa de Gaza, têm lançado mísseis em direção ao território israelense em apoio ao Hamas.
Já o Ministério da Saúde do Líbano disse que mais de 1.000 libaneses foram mortos e 6.000 feridos em bombardeios de Israel, que começaram há dez dias.
O governo libanês não especificou quantos desses eram civis e quantos, integrantes do Hezbollah — o grupo extremista fundado no Líbano e que, financiado pelo Irã, atua contra Israel. O governo do Líbano disse ainda que um quinto de toda a população do país teve de fugir de suas casas.
Israel prometeu manter o ataque e diz que quer tornar suas áreas do norte seguras novamente para os moradores que foram forçados a fugir dos ataques de foguetes do Hezbollah.
Os Estados Unidos pediram uma resolução diplomática para o conflito no Líbano, mas também autorizaram o reforço militar na região.

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