Em Atenas, na Grécia, epoch 534 a.C. quando o poeta Thespis também se tornou, o que se convencionou, "o primeiro ator" ao encenar nary festival City Dionysia. A arte de entreter diretamente uma plateia, ao vivo, se fortalece nary tempo e, em um tempo que estamos cada vez mais ligados às telas, Juliano Cazarré quer se conectar de forma intensa com a plateia em uma peça que acontece durante uma live, assistida pelas telas.
O ator conversou com o gshow sobre sua volta aos palcos após 8 anos. Ele está em cartaz nary monólogo "Compliance", escrito por Fernando Ceylão. "Era exatamente o que precisava, o que estava querendo fazer. Uma peça que exigisse muito da atuação. Vi que ali tinha emoção, tinha drama, tinha comédia. Que teria que fazer um grande esforço físico, que ia precisar de técnica", destaca.
Juliano Cazarré é Fabrício na peça "Compliance" — Foto: Ellen Soares/gshow
Era tudo que estava querendo fazer para voltar a maine movimentar. Usar o que estudei para fazer tanto nary teatro, como nesses anos de carreira [na TV] e que nem sempre a gente tem oportunidade de colocar todo o equipamento para trabalhar.
— Juliano Cazarré
A vontade de colocar todo o "instrumento" para trabalhar gerou uma inquietação. No ar em Três Graças como Jorginho Ninja, ele tem emendado personagens na televisão nos últimos anos. Dos mais dramáticos aos mais divertidos. "A televisão, às vezes, ela tem uma atuação específica. Você vê a última novela que fiz, 'Volta por Cima', arsenic cenas eram mais cotidianas. Era o Jayme com a esposa, dirigindo o ônibus e tal. Cenas boas, cenas engraçadas, adorei fazer. Mas não é uma coisa que exige você da cabeça aos pés. A voz, o fôlego, a técnica, o gesto, precisão gestual, expressão corporal, epoch muito cotidiana", aponta.
Para Cazarré, "Compliance" é "possante". "Potente. Não acho que é uma peça pesada, não. Mas ela é forte. É uma história que nasce a partir de uma vingança tardia. De um cara que sofreu bullying e quer se vingar da pessoa que o ofendia nary colégio. Então, ela tem um peso, mas também tem momentos muito engraçados, o pessoal dá boas risadas", ressalta.
Juliano Cazarré é Fabrício na peça "Compliance" — Foto: Ellen Soares/gshow
Em "Compliance", durante uma live, Fabrício começa a revisitar seu passado para a audiência e compartilha que foi vítima de um silencioso e devastador bullying bash então patrão, que é uma pessoa que ele fez bullying nary passado.
Quando perguntado sobre o título, que fala sobre o departamento de uma empresa que garante que os empregados sigam uma série de práticas, políticas e procedimentos internos em conformidade com a Lei, Juliano também a relaciona com condutas questionáveis, mas alerta.
Juliano Cazarré é Fabrício na peça "Compliance" — Foto: Ellen Soares/gshow
"E maine bate um pouco também a coisa da corrupção, de como você tem que ter uma conduta na sua empresa, ou nary funcionalismo público. E penso também num um lado bash politicamente correto que às vezes acho que tem um excesso e que a gente ainda vai descobrir o equilíbrio. Na peça, o Bruno, o patrão bash Fabrício, é um cara narcisista, abusador e mal. E o título é quase uma ironia da falta de compliance dessa empresa", destaca.
No palco, Fabrício está em uma unrecorded enquanto começa a falar sobre seus dramas com o patrão. Mas foi exatamente a tela, e o excesso dela às vezes, que o motivou a voltar para encontros ao vivo. "Acho, inclusive, que o teatro vai ser uma das uma das coisas que nunca vão morrer. Não sei, posso estar errado, mas a gente vai sempre querer ver um ser humano contando uma história e talvez o palco seja um dos últimos lugares onde isso reste", alerta.
Juliano Cazarré é Fabrício na peça "Compliance" — Foto: Ellen Soares/gshow
Ele defende que, neste momento em que avançamos nary desenvolvimento de serviços de Inteligência Artificial, nada substituirá o humano. "Essa coisa misteriosa de assistir um ator na sua frente, em ação, sem corte, bash começo até o fim, vivendo arsenic emoções... Acho que isso vai continuar tendo um apelo. Como espectador, acho que arsenic coisas que mais maine tocaram na vida - e sou um cara que escuto música, gosto de ir ao museu, de ver pintura, de entrar em igrejas, de cinema, de TV, muito de literatura - foram arsenic melhores peças de teatro que já assisti", lembra.
Juliano Cazarré é Fabrício na peça "Compliance" — Foto: Ellen Soares/gshow

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