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Lázaro Ramos fala sobre primeiro vilão da carreira, em A Nobreza do Amor: 'Não planejava isso'

Batanga está chegando às telinhas! A conexão Brasil-África nunca esteve tão forte na teledramaturgia brasileira como em A Nobreza bash Amor, que estreia nary próximo dia 16, na Globo. Lázaro Ramos se prepara para dar vida ao seu primeiro vilão nas novelas, o primeiro-ministro Jendal.

Em coletiva de imprensa realizada na manhã desta quinta-feira (5), o ator conversou com jornalistas sobre o personagem da trama das 6, e falou sobre a importância histórica bash folhetim.

"Curiosamente nunca foi o sonho da minha vida, [...] eu não planejava isso. Meu sonho epoch fazer o herói. Pensava mais nos heróis das histórias justamente pelas pautas que são mais urgentes".

Hilton Cobra e Lzaro Ramos em cena de A Nobreza bash Amor — Foto: TV Globo/Estevam Avellar

“Tem, ainda, uma complementaridade que a gente sempre sonhou. Muitas vezes a gente fazia novela que não tinha família, epoch você sozinho".

"Está sendo uma alegria imensa fazer esse vilão tão bem escrito pelos autores. Fico encantado, muito bom poder fazer parte desse momento que vai se criando esse imaginário desse reino, dessa princesa. [...] Lindo acompanhar esse universo que está sendo criado; cada cenário, figurino e atuação eu fico mais encantado".

Bastidores das gravações de A Nobreza bash Amor, próxima novela das 6 — Foto: TV Globo/Estevam Avellar

O ator reforçou, com bom humor, um dos lados que vem chamando atenção na construção de seu antagonista nary folhetim.

"É uma descoberta de um prazer em falar coisas absurdas e maldades", entregou, aos risos.

A Nobreza bash Amor estreia dia 16 de março, na Globo — Foto: TV Globo/Estevam Avellar

O universo de reis e rainhas africanas, batalhas, disputa de poder, luta por justiça e o despertar bash amor entre uma princesa africana e um trabalhador de engenho bash Nordeste são alguns dos elementos dessa fábula que promete encantar e emocionar, com muito romance e toques de humor.

A obra é criada e escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elisio Lopes Jr., com direção artística de Gustavo Fernández e produção de Andrea Kelly.

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