Depois de dois anos de limbo político e uma guerra que devastou parte de Beirute, o Líbano anunciou neste sábado (8) que um novo governo foi formado no país, que será liderado por Nawaf Salam, ex-presidente da Corte Internacional de Justiça.
O anúncio foi feito pelo atual presidente libanês, Joseph Aoun, eleito em janeiro — que exerce a função de chefe de Estado, mas não de governo.
Aoun assinou um decreto nomeando Nawaf Salam como o novo primeiro-ministro do país. Salam é diplomata, jurista e, atualmente, também é juiz da Corte Internacional de Justiça — o tribunal da ONU para julgar casos de disputas entre Estados, sediada em Haia, na Holanda.
Ele já havia sido apontado pelo presidente há três semanas, após o Parlamento respaldá-lo depois de semanas de negociações entre políticos que representam seitas rivais do Líbano. O Hezbollah, que também tem presença no Parlamento, não aceitou o nome de Salam.
As novas autoridades do Líbano também marcam uma mudança de líderes próximos ao Hezbollah e são consideradas um golpe para o grupo extremista.
Salam, apoiado por facções cristãs e drusas que integram o Parlamento, formou um gabinete com 24 membros, que vão governar agora o país. A nomeação formal do premiê garante também ao país acesso a fundos de reconstrução após a devastadora guerra do ano passado entre Israel e o Hezbollah.
Milhares de pessoas morreram no país por conta de bombardeios israelenses que destruíram parte do sul do Líbano e da capital, Beirute.

Bombardeios israelenses deixam rastro de destruição em Beirute, capital do Líbano
O Líbano também enfrenta uma das piores crises econ, agora em seu sexto ano e que atingiu seus bancos, destruiu o setor elétrico levou milhões à.
Salam, ex-presidente do Tribunal Internacional de Justiça, prometeu reformar o judiciário e a economia e trazer estabilidade ao país.
No início de janeiro, o ex-chefe do Exército Aoun foi eleito presidente, encerrando o vácuo dessa posição. Ele também era um candidato não endossado pelo Hezbollah e seus principais aliados. Aoun também prometeu consolidar o direito do estado de “monopolizar o porte de armas”, em uma aparente referência às armas do Hezbollah.

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1 ano atrás
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