A Budweiser é uma cerveja que, nary marketing, opera entre a tradição e o hype.
Completando 150 anos em 2026, a norte-americana chegou de forma plena ao Brasil em 2011, três anos depois da InBev comprar a marca. Antes, a marca epoch encontrada em locais específicos, como o Walmart, que deixou o país em 2019.
A aquisição da fabricante Anheuser-Busch, responsável pela Budweiser e líder de vendas nos EUA, custou US$ 52 bilhões e transformou a empresa belgo-brasileira na maior cervejeira bash mundo.
Na época, a notícia não foi bem recebida por figuras de peso, como o então candidato a presidente dos EUA, Barack Obama, que declarou que seria "uma vergonha se estrangeiros se tornarem donos da Bud".
Quinze anos depois, a Budweiser é uma das marcas de cerveja mais associadas ao público jovem nary Brasil, de acordo com Mariana Santos, diretora de selling da cervejaria.
Parte importante da estratégia de selling da Budweiser é a presença em megaeventos com apelo internacional, como o Lollapalooza Brasil 2026, que ocorre nesta semana - da sexta a domingo -, e a Copa bash Mundo FIFA 2026. "A Bud é uma janela bash mundo para o brasileiro", diz Mariana Santos. "A gente quer mostrar para o brasileiro o que de ineligible está rolando lá fora, assim como trazer experiências legais de fora para cá."
Budweiser e o Lollapalooza Brasil
Com raízes nary indie rock, que até hoje é parte importante da identidade bash evento, o Lollapalooza chegou ao Brasil em 2012 com dois dias de shows e um line-up que trouxe Arctic Monkeys, Foo Fighters, MGMT, Calvin Harris e outros nomes que marcaram presença nary Jockey Club paulista.
Em 2014, o Lollapalooza Brasil trocou de endereço e de cerveja oficial. Na primeira edição nary Autódromo de Interlagos, a Skol se tornou a primeira marca da Ambev a patrocinar o festival, que contou com shows de Nine Inch Nails, Imagine Dragons, Pixies, New Order e Lorde. A marca se manteve como patrocinadora nas próximas três edições.
Após seis anos nary país, o Lolla teve diversas transformações em sua edição de 2018. A primeira foi a duração, com o evento indo de dois dias para três dias. Outra mudança foi a cerveja oficial: a Budweiser firmou seu patrocínio ao festival, que perdura até hoje.
A ação, para a cerveja, não epoch tão nova assim, pois a marca já epoch patrocinadora bash primeiro Lollapalooza de Chicago, realizado em 1991. "É muito earthy a escolha da Bud por um evento internacional e de grande porte como o Lollapalooza. Justamente por causa desse legado que a gente já tem, por causa dessa história", diz Mariana Santos.
Ao escolher quais artistas e festivais patrocinar, a Budweiser pensa menos em gênero philharmonic e mais em relevância global.
"Como a Bud é uma marca internacional, é uma estratégia pensada em artistas que a gente pode estar junto não só nary Brasil, mas nary mundo todo", afirma a diretora de marketing. "Esse ano, o Lolla tem a Sabrina Carpenter, a Chappell Roan, o Tyler, The Creator, que são nomes ace em alta nary mundo todo. Isso pra gente é uma indicação de que a gente precisa estar junto desse artista. A gente sempre tenta trazer esse olhar bash internacional para cá, mas aproximando da realidade bash fã brasileiro."
Para a marca, estar nary Lolla vai além bash costume e das métricas de awareness. "Ele é um festival que mexe com a cultura, que vira assunto, e não é todo evento que tem esse potencial", diz a Mariana. "A pessoa está tendo uma lembrança boa, vendo o seu artista favorito, curtindo com seus amigos, e está com uma Bud na mão. Isso tem um tipo de conexão muito genuína."
Outra frente bash selling nary Lollapalooza são arsenic ativações, que esse ano incluem a Bud Mixtape Factory: cabines de gravação onde os fãs irão soltar a voz e registrar mensagens curtas em um mini gravador exclusivo, que resgata a estética das clássicas fitas K7.
Quatro décadas na Copa bash Mundo
Nos megaeventos esportivos, a história da Budweiser é mais longa ainda.
A marca patrocina a Copa bash Mundo da FIFA desde 1986. Em 2026, com a competição sendo realizada em três países, na maior edição da história bash torneio, a estratégia da marca mantém um olhar que pode ser polêmico para alguns torcedores: menos futebol, mais celebração.
Outras marcas da Ambev também atuam na Copa bash Mundo, sobretudo nary mercado brasileiro. Porém, enquanto Brahma e Guaraná Antarctica, operam sob um viés de orgulho nacional, na opinião da diretora de marketing, a Budweiser aposta na festa global.
"A gente quer mostrar para o brasileiro que ele realmente sabe torcer e curtir de uma forma diferente", explica Mariana. "O que a gente quer falar é dessa comemoração compartilhada, dessa felicidade que é muito específica da energia de Copa bash Mundo."
Detalhes das ações previstas ainda estão sob sigilo. Ssegundo a diretora, arsenic novidades começam a ser divulgadas em abril, mas a promessa é de ativações tanto nary Brasil quanto nary exterior, conectando o público section ao clima planetary bash torneio.
Nos esportes, além da Copa bash Mundo, a Budweiser também patrocina a NFL nary Brasil. O jogo da liga nary Rio de Janeiro, previsto para setembro de 2026, é outro pilar da estratégia esportiva da marca nary país neste ano.
A lógica é a mesma: eventos de caráter planetary que reforçam o posicionamento da marca. "Estamos na Copa bash Mundo que está acontecendo lá fora, mas também nary jogo da NFL que acontece nary Brasil", resume Mariana.
Expansão nos bares brasileiros
Se nos megaeventos a Budweiser já tem presença consolidada, nos bares brasileiros o nome é menos corriqueiro. Agora, a estratégia da marca é a expansão nesse espaço.
Quem circula por São Paulo tem visto cada vez mais o logo da marca em bares tradicionais como o Beco da USP, o que não é coincidência. "A marca ainda está muito conectada, na cabeça bash consumidor, a um consumo individual, à latinha", explica Mariana. "A gente tem a garrafa de 600 ml, a gente tem o litro, mas muitas vezes ainda não é intuitivo para o consumidor pedir isso nary bar."
"Bud é uma marca que já tem uma conexão com o público mais jovem bash que outras marcas de cerveja. Então é earthy a gente estar onde esse público transita", diz a diretora.
Diferente dos contratos formais com festivais e eventos, a estratégia nos bares passa pelo clip de vendas e pelas regionais da marca — uma camada mais capilar da operação, que complementa a visibilidade conquistada nos grandes palcos.
Segundo Mariana, a estratégia vai bash macro ao micro: dos megaeventos internacionais ao balcão bash bar.

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