O comunicado não caiu bem no governo, que vinha criticando fortemente as três grandes distribuidoras —Vibra, Raízen e Ipiranga— por não aderirem à subvenção e aumentarem preços no momento em que o conflito no Irã pressiona o mercado interno de combustíveis.
Caberá ao ministro Alexandre Silveira, que decidiu neste sábado (4) ficar no cargo, construir uma solução para ambos os casos sem parecer que o governo está interferindo na política de preços da companhia.
A petroleira entrou na mira do mandatário, que chamou de "bandidagem" o leilão do GLP (gás de cozinha) ocorrido na semana passada e que acabou dobrando o valor do insumo no momento em que ele tenta conter os preços do botijão às vésperas da campanha pela reeleição.
A Petrobras cogita cancelar o certame, que ofertou mais de 70 mil toneladas do insumo -o equivalente a 11% do total de GLP comercializado mensalmente no país.
No pior dos casos, o gás de cozinha subiu de um preço mínimo de R$ 33,37 para R$ 72,77, ágio de 117% em relação ao preço de referência.
Reportagem
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