Depois de ouvir ministros e aliados, o presidente Lula (PT) optou por esperar o andamento da PEC que prevê o fim da escala 6x1 antes de enviar um projeto de lei próprio sobre o tema.
Os ministros Guilherme Boulos (Secretaria-Geral) e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e alguns parlamentares defendiam o envio da proposta, por ser um projeto inicialmente do governo.
Mas, nos últimos dias, aliados do presidente recalcularam a rota. O componente político entrou na conta e o governo preferiu evitar um desgaste direto com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) que já deu encaminhamento à PEC que já está na Casa.
A ideia de Motta é votar a proposta na semana do Dia do Trabalhador, em 1º de maio.
Mesmo assim, governistas alertam que, caso a PEC não tramite na velocidade esperada, o presidente Lula não vai titubear em enviar a proposta própria. Se fizer isto, será em regime de urgência e, portanto, trancará a pauta do plenário em 45 dias.
Para alguns aliados, o governo não tem nada a perder e mantém o assunto na ordem do dia.
Como mostrou o Painel, a principal preocupação de ministros palacianos é perder a chance de vetar a proposta. Se a PEC for aprovada com redução de salário ou sem diminuir a jornada, Lula ficará de mãos atadas.

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