As conversas ocorrem em um momento de instabilidade no cenário geopolítico, marcado por conflitos regionais, disputas comerciais e incertezas sobre os rumos da organização dos países.
Veja com quais líderes Lula conversou:
- 08/01 - Gustavo Petro (Colômbia)
- 08/01 - Mark Carney (Canadá)
- 08/01 - Claudia Sheinbaum (México)
- 09/01 - Pedro Sanchez (Espanha)
- 13/01 - Luís Montenegro (Portugal)
- 14/01 - Vladimir Putin (Rússia)
- 15/01 - José Raul Mulino (Panamá)
- 21/01 - Recep Tayyip Erdoğan (Turquia)
- 22/01 - Narendra Modi (Índia)
- 22/01 - Mahmoud Abbas (Autoridade Nacional Palestina)
- 22/01 - Xi Jinping (China)
- 26/01 - Donald Trump (EUA)
- 27/01 - Emmanuel Macron (França)
- 27/01- Gabriel Boric (Chile)
Entre os principais temas tratados nas conversas estiveram:
Além disso, Lula também se encontrou com José Kast, presidente eleito do Chile, durante participação em um evento econômico no Panamá.
Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — Foto: Evelyn Hockstein/Reuters
O governo brasileiro tem buscado defender o multilateralismo e ampliar o protagonismo do país em debates sobre paz, segurança e comércio internacional.
Lula tem buscado defender a manutenção da soberania dos países e o respeito ao direito internacional em meio às ameaças de caráter territorial e tarifário de Trump perante à Europa e ao mundo, sem, contudo, adotar um tom de confronto direto com o governo norte-americano.
Desde o anúncio do “tarifaço”, os dois presidentes mantêm diálogo, apesar das divergências de posição. Nesse contexto, durante conversa telefônica realizada nesta semana, ficou acertado um encontro entre Lula e Trump em Washington, prevista para março.
Nesse encontro, o presidente brasileiro deve reforçar a relação bilateral e o comércio entre os dois países, e a expectativa é também por um apelo a prevalência do direito internacional nas relações entre Estados.
Captura de Maduro e situação da Venezuela
Maduro e sua esposa foram levados a um navio militar e, posteriormente, aos EUA, onde enfrentam acusações. Já no país, passaram por audiência e se declararam inocentes.
A estrutura do novo conselho prevê um mandato vitalício para Trump, que acumulará o cargo de presidente da organização e terá autoridade para convidar ou remover países, exceto em caso de veto de dois terços dos Estados-membros.
💰 A carta constitutiva determina ainda que nações interessadas em assentos permanentes devem pagar US$ 1 bilhão, valor administrado pela Casa Branca — algo que críticos classificam como uma forma de “paz mercantilizada” e altamente dependente dos interesses do governo norte‑americano.
Cerca de 60 líderes foram convidados para integrar o conselho, embora vários países europeus tenham rejeitado a participação, alegando falta de clareza e risco de enfraquecimento do sistema multilateral.
🌍 O estatuto também confere ao Conselho da Paz um alcance global, permitindo intervenção em qualquer conflito que os EUA entendam como relevante, não apenas em Gaza.
A disputa em torno da Groenlândia ganhou contornos de crise internacional após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificar publicamente sua intenção de anexar o território autônomo da Dinamarca.
O presidente também afirmou que países europeus que resistissem à anexação poderiam ser alvos de retaliações comerciais, o que provocou forte reação da União Europeia.
🔎 O interesse americano na Groenlândia está ligado a fatores estratégicos: a ilha possui grandes reservas de terras raras, fundamentais para a indústria tecnológica, além de sua localização crucial no Ártico — região cada vez mais acessível devido ao derretimento das calotas polares.
🔎 O controle do território permitiria aos EUA expandir sua influência militar e econômica no norte do globo, especialmente em um cenário de competição direta com China e Rússia.
Ao mesmo tempo, o governo Trump afirmou que negocia com a Dinamarca e com a OTAN formas de ampliar a presença militar americana na ilha, mas negou que a anexação seria feita exclusivamente pela força.
Enquanto a crise evolui, analistas veem o movimento como parte de um padrão mais amplo da política externa de Trump: uso de pressão econômica, retórica agressiva e exploração de divisões internas na Europa para impor objetivos estratégicos americanos.

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1 semana atrás
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