Ao comer, grunhir, bocejar, fazer vocalizações e emitir barulhos com os lábios, os pesquisadores realizaram imagens que puderam "desenhar", de forma complexa, a anatomia vocal do animal —estudos anteriores utilizavam moldes de gesso em macacos mortos.
Com o mapeamento, os limites aos quais o trato sonoro do animal poderiam se estender foi definido.
Os pesquisadores, então, analisando as fotografias, reuniram uma coleção de 99 diferentes possibilidades de expressão vocal do animal, ou seja, sons e frequências que eles seriam, em tese, capazes de fazer —incluindo o emprego das cinco vogais.
Pistas para estudo da evolução da comunicação humana
O estudo, mais que recolocar a tese darwiniana sobre a comunicação dos primatas em voga novamente, serve também para direcionar para uma nova abordagem a questão sobre quando a raça humana desenvolveu a fala.
Isso porque a questão central sobre este tema, de acordo com os autores da pesquisa, não deve ser quando o ser humano passou a ter condições de falar e sim quando ele criou condições neurais para organizar e desenvolver o dom da fala e da linguagem.

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2 anos atrás
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