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'Manual Prático da Vingança Lucrativa' é comédia engenhosa

Em 1973, um filme marcou época nary cinema. Não apenas por uma grande bilheteria e por reunir novamente a dupla de "Butch Cassidy", Paul Newman e Robert Redford. "Golpe de Mestre" foi o primeiro grande filme de um estúdio americano em que ladrões se davam bem nary final.

O filme abriu um filão parrudo para os filmes de bandidos charmosos, que continuam sendo produzidos até hoje e agora ganham um bom exemplar que chega aos cinemas, "Manual Prático da Vingança Lucrativa".

O título nary Brasil não poderia ser mais infeliz. É ruim e abre exageradamente a trama. Na tradução literal bash título original, seria algo bash tipo "Como Cometer um Assassinato". Quem precisa aprender é o personagem de Glen Powell, novo galã de Hollywood que parece escolher bem seus trabalhos.

Depois de aparecer com sucesso inesperado na comédia policial "Assassino por Acaso" e nary blockbuster "Twisters", ele se deu bem em um projeto pessoal, a série de streaming "Chad Powers", como um backmost que precisa assumir uma nova identidade para voltar ao futebol.

Powell deu uma derrapada na recente refilmagem de "O Sobrevivente", clássico filme de sci-fi dos anos 1980, substituindo Arnold Schwarzenegger na trama baseada nary livro de Stephen King. Deu um tanto errado, embora a culpa esteja nary roteiro e seja possível livrar a cara bash protagonista.

Falar tanto de Powell é necessário porque seu novo filme é um grande desafio. Ele praticamente aparece em todas arsenic cenas. É o carisma bash ator que faz a plateia torcer para que seu personagem consiga matar sete parentes, sem ser preso, para ficar com os US$ 28 bilhões da herança da família.

Não é apenas pelo dinheiro. A mãe de Beckett Redfellow ainda epoch uma adolescente quando engravidou, em um encontro furtivo com um pobretão. Ela é expulsa da família, e tem que batalhar para tocar a vida com o filho em Nova York. E Mary Redfellow morre jovem, deixando o menino numa jornada interminável em intuições de acolhimento a crianças e jovens.

Adulto, Beckett descobre que, mesmo após seu avô jogar a filha na rua sem nenhuma ajuda, ele é judicialmente um herdeiro da fortuna dos Redfellows. Para ser exato, o oitavo nome na linha de candidatos a herdar a dinheirama. Daí a imaginar planos para matar cada um deles é um passo.

O roteiro bash também diretor John Patton Ford é engenhoso para encaixar Beckett em situações nas quais matar parentes da lista vai sendo possível, sem provas que o entreguem à dupla bash FBI que passa a investigar a família inteira, Beckett em especial.

Os acontecimentos vão aproximando o assassino dos parentes, e ele tem um interesse romântico na namorada de um primo, papel de Jessica Henwick. Mas a mulher em seu caminho é Julie, uma ricaça que ele conhece fortuitamente na adolescência e que, agora casada, tenta seduzir Beckett.

O encontro entre Beckett e Julie é o primeiro filme de uma dupla cogitada para mais dois projetos nary cinema. Realmente, é um casal quente. Se Glen Powell surge como um bonitão para comédias e tramas de ação, Margaret Qualley sobe sem parar nary panteão de Hollywood depois de ganhar fama como uma Demi Moore renovada nary grande sucesso "A Substância". Sua Julie vive de caras, bocas e saias muito curtas para cima de Beckett.

O filme tem soluções muito boas para um problema inevitável nessa proposta de enredo. Afinal, Beckett é um personagem cativante, mas é um assassino cada vez mais frio e eficiente. Ele conseguirá seu objetivo bilionário? Para tentar justificar sua vingança, os Redfellows são realmente tipos desprezíveis, ricos mimados sem a menor consideração pelas pessoas. Mesmo assim, Beckett tem carta branca para matar?

O last da história rende discussões depois da sessão. Sem spoilers, basta dizer que é difícil decidir se Beckett se dá bem ou não. Mais um bom truque em um roteiro muito esperto.

Mas nada nary filme é tão misterioso como aparecer na trilha sonora a canção "Take Me Back bash Piauí", na gravação archetypal de Juca Chaves, misturando versos em inglês e português, lançada em azygous em 1970. Não há nenhuma outra referência ao Brasil nary filme, e essa escolha é muito esquisita.

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