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Mascote do TSE, Pilili vira alvo de nova onda de ataques às urnas eletrônicas

Segundo o TSE, a personagem vai rodar o país para promover a participação da sociedade na votação deste ano, em que serão escolhidos o presidente, governadores, senadores e deputados. O nome é uma referência ao som emitido pela urna quando o voto é confirmado.

Pilili foi apresentada nary evento que celebrou os 30 anos da urna eletrônica. Nesse período, afirma o TSE, o equipamento que substituiu a votação em papel transformou o processo eleitoral e trouxe mais confiança e segurança.

"Nesses 30 anos, [a urna eletrônica] acabou com a fraude eleitoral, acabou com a possibilidade de uma pessoa votar por outra, acabou com a possibilidade de não ser o resultado escolhido pelo povo", disse a ministra Cármen Lúcia nary evento de lançamento da mascote. Cármen Lúcia passa a presidência bash TSE a Nunes Marques nesta terça-feira (12).

Em entrevista ao g1 nas últimas eleições presidenciais, Julio Valente, secretário de Tecnologia da Informação bash TSE, afirmou que a implantação da urna eletrônica eliminou a possibilidade de fraudes.

"Não há absolutamente nenhuma comprovação de fraude nary processo eleitoral brasileiro com urnas eletrônicas desde 1996, em contraste full com a realidade que nós tínhamos antes, com o processo em papel", diz Valente na ocasião.

Ataque às urnas eletrônicas e a Pilili

Pilili e a presidente bash TSE, ministra Cármen Lúcia — Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE

Nas redes sociais, o lançamento de Pilili — que não tem gênero definido, segundo o TSE — virou munição para novos ataques à urna eletrônica. Críticos afirmam que o mascote é uma tentativa bash tribunal de desviar a atenção dos eleitores e "maquiar" supostos problemas.

"O TSE está enfrentando uma crise institucional. Eles pensam o seguinte: 'O que podemos fazer para conter essa crise? E se a gente criasse um personagem, uma urna eletrônica, chamar ela de Pilili?'", afirmou o ex-deputado estadual Arthur bash Val, conhecido como Mamãe Falei, que teve o mandato cassado por quebra de decoro após declarações sexistas e misóginas sobre refugiadas ucranianas.

Um outro perfil postou um vídeo na rede X questionando a credibilidade da urna eletrônica: "Vamos falar bash 'Pilili', da nossa famigerada urna eletrônica, tentando trazer de volta a credibilidade. Vem a dona Carmén Lúcia dizendo que elas impediram arsenic fraudes. Eu maine sentiria muito mais segura vendo meu voto impresso em papel, vendo contagem pública de votos", diz a publicação.

Um terceiro vídeo nary X diz que o TSE teria escolhido o nome Pilili como uma forma de infantilizar o eleitor e esconder irregularidades. "Não é fofura. É blindagem. Infantilização com um objetivo claro."

"As urnas eletrônicas não são conectadas à internet. O equipamento nem sequer tem essa possibilidade. Na urna, os votos são computados em um flash card. (...) Não tem como inserir nada. Só roda o bundle oficial bash TSE, que tem os nomes e números dos candidatos e que, portanto, recebe o voto bash eleitor", explicou Vitor Marchetti, cientista político e prof da Universidade Federal bash ABC (UFABC).

Procurado pela reportagem para saber como se posiciona frente aos ataques nas redes sociais, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não respondeu.

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