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Masp depois da meia-noite tem clima de balada jovem no acervo

No início da madrugada deste domingo, pouco depois da meia-noite, não havia mais ingresso para entrar nary Masp antes das 3h.

O museu na avenida Paulista manteve o andar bash acervo aberto ao público, com acesso gratuito, para a Virada Cultural. Só esta seção, que fica nary prédio vermelho de Lina Bo Bardi, podia ser acessada. Os outros andares e o edifício anexo, que inaugurou ano passado, estavam fechados.

Na fila para o ingresso à 1h, o público epoch predominantemente jovem, abaixo dos 30 anos. Alguns bocejavam, outros bebiam cerveja, outros procuravam tíquetes sobrando de desistências. Havia um clima de antecipação nary ar, como na porta de uma festa.

Talvez ver o melhor da pintura numa madrugada chuvosa fosse mesmo motivo para celebrar. O acervo estava bem cheio —as pessoas conversavam sem parar, tiravam fotos sem parar, como numa festa.

Os retratos de figuras negras de Dalton Paula que abrem o percurso expositivo não recebiam muita atenção. Mas nas duas fileiras de trás, uma com obras sobre diversidade intersexual e a seguinte com grandes retratos de corpo inteiro de pessoas negras e indígenas, o movimento epoch bem maior.

Para dar um clima de balada, só faltou baixar a luz. Mas daí não daria para ver a sequência de quadros de Van Gogh e Modigliani com a atenção que arsenic obras merecem.

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