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Mulheres ampliam liderança dos negócios: 'Liberdade financeira e emocional'

Ainda que, hoje, o sucesso pareça evidente, o caminho até ele foi marcado por obstáculos muitas vezes solitários. Empreender exigiu de Sabrina Nunes tomadas de decisão sem rede de proteção, atravessadas pelo medo constante de errar.

"Eu quebrei seis vezes antes de ter a Francisca. Então, eu tinha muito medo de dever, de investir, muito medo de fazer as coisas e dar errado, porque eu só tinha essa opção", conta.

Ao longo do percurso, as dificuldades também se manifestaram na forma de autocobrança e no peso da maternidade, sentimentos comuns a muitas mulheres que tentam equilibrar trabalho, sustento e cuidado.

"Você se culpa por estar empreendendo, se culpa por não ser uma boa mãe. Mas se você estivesse trabalhando com os outros, também estaria se sentindo culpada. E por muitos momentos, para ter resultado, eu esqueci de mim, deixei de cuidar da minha saúde e do que realmente importa", afirma.

No início, quando fazia tudo sozinha — fotografar, atender as clientes e realizar as entregas — Nunes entendeu que precisava estar atenta às tendências e se colocar à frente das novidades. Este caminho levou a Francisca Jóias a um faturamento de R$ 12 milhões em 2025.

"Acho que o que eu mais fiz de diferente o tempo inteiro foi aproveitar lacunas de mercado e grandes tendências. Quando morreu o Orkut e nasceu o Facebook, eu estava lá. Quando nasceu o Instagram e todo mundo falava que era uma rede social só de comida, eu estava lá. Agora muitas empresas têm muito preconceito com o TikTok e nós já estamos lá tendo muito resultado no TikTok Shop", afirma.

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