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Novo subsídio à gasolina deve favorecer receita da Petrobras, diz BTG

A medida será financiada pelo Orçamento Geral da União, com uso de receitas adicionais associadas à alta do petróleo, e terá duração inicial de dois meses, prorrogável por mais dois.

No diesel, o impacto para a Petrobras deve ser essencialmente neutro, de acordo com o BTG. A incidência de PIS/Cofins sobre o combustível voltará em 31 de maio, acrescentando R$ 0,32 por litro ao preço nas refinarias.

A nova MP permitiria um subsídio equivalente a esse valor. A dinâmica esperada pelo banco é que o tributo volte, a Petrobras reduza o preço do diesel na mesma proporção e passe a receber o subsídio de R$ 0,32 por litro vendido.

Esse mecanismo se soma a subsídios já anunciados anteriormente, de R$ 1,20 por litro para diesel importado, R$ 0,80 por litro para diesel doméstico e R$ 0,32 por litro de uma subvenção de março. Para o BTG, a nova medida preserva o atual arcabouço de subsídios, em vez de criar um alívio adicional relevante para o setor.

A área de análise do BTG mantém recomendação de compra para Petrobras, com preço-alvo de R$ 62 para PETR4, a ação preferencial da empresa (hoje a ação está sendo negociada na casa de R$ 45).

O relatório aponta, porém, que a tese para a companhia continua exposta a riscos como interferência política na definição dos preços domésticos de combustíveis, câmbio, preços internacionais de commodities e capacidade da empresa de elevar sua produção de petróleo e gás.

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