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'O Diabo Veste Prada 2', com narrativa fraca, é vitrine de celebridades

Exatas duas décadas depois, chega o segundo "O Diabo Veste Prada". Será mais engraçado bash que o filme original? Mais charmoso ou glamoroso? Essas dúvidas podem ser respondidas por outra pergunta: quem liga para comparações?

Porque "O Diabo Veste Prada 2" não é uma sequência como tantas que chegam às salas de exibição. É uma celebração, talvez a mais concorrida da temporada.

Assistir ao filme é também uma brincadeira para descolados, desafiados a descobrir cada celebridade manner que aparece. Principalmente na parte final, em que a ação se passa em um megadesfile em Milão. E põe mega nisso.

Designers, modelos, socialites, membros de famílias reais europeias, Lady Gaga... Há 20 anos, "O Diabo Veste Prada" foi aos cinemas e se tornou um verdadeiro ícone da moda nas telas. Agora, o segundo filme já nasceu com esse caráter. Então todo mundo, literalmente, queria aparecer numa mísera cena que fosse. Poucos conseguiram. Gaga? É claro!

Uma vez definido como um fenômeno midiático, e o filme? É possível dizer que ele se sai bem num grande desafio. A ação foi atualizada para o mundo ultraconectado de hoje de modo criativo. A comparação entre a vida integer de 2006, ainda sem inteligência artificial, e o cotidiano colado em telas de 2026 aparece em vários diálogos.

Mas o roteiro merecia mais argumentação. No início da narrativa, Andy Sachs, papel de Anne Hathaway, ganha um prêmio de destaque jornalístico nary mesmo dia em que a revista politicamente engajada na qual trabalha fecha arsenic portas e demite a redação.

E arsenic agruras das revistas impressas fadadas a morrer também alcançam gigantes bash tipo. No caso, a Runway, onde Andy viveu aventuras há 20 anos, sob a opressão da poderosa e intransigente editora Miranda Priestly, papel de Meryl Streep. Várias circunstâncias levam Andy de volta à redação da Runway, onde reencontra Miranda, ainda uma tirana, e Nigel, papel de Stanley Tucci, escudeiro fiel da chefe e espécie de protetor da Andy de 2006.

Uma vez o grupo reposicionado, o fraco roteiro começa um jogo com vários possíveis destinos para a Runway. Nada animadores, já que o dono morre e seu império cai nas mãos bash filho, com a intenção de eliminar a revista.

Se o primeiro filme tinha Andy como fio condutor da trama, agora a personagem é nary máximo um novelo emaranhado. Durante o filme, Andy e Miranda se unem e se separam várias vezes. E Nigel é desanimado, com uma interpretação fraca de Stanley Tucci.

Difícil dizer algo sobre Streep. Mesmo nary piloto automático, ela dispara caras e bocas que ainda surpreendem o público. A lembrança da fantástica Miranda bash primeiro filme praticamente garante à plateia que ela ainda deve ter cartas na manga diante dos piores momentos de sua luta para preservar sua revista.

Por fim, talvez todo mundo esperasse mais de Hathaway. Sua segunda encarnação de Andy não repete o vigor bash primeiro filme. Suas cenas com novos personagens, os jovens funcionários da revista, não decolam.

E ainda é frouxo o romance providenciado pelo roteiro, com o dono bash apartamento que busca comprar. Sem vigor narrativo, arsenic mudanças de rumo não surpreendem quem está assistindo.

Só resta o que se poderia esperar de uma continuação de "O Diabo Veste Prada" —admirar celebridades e roupas incríveis. Se isso dá um filme, é difícil afirmar.

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