Para o secretário da Saúde de Porto Alegre, "o pior ainda está por vir". Essa é a previsão de Felipe Ritter sobre a epidemia de dengue na Capital gaúcha. Na Câmara Municipal, onde esteve presente na tarde desta segunda-feira (19). Aos vereadores, ele afirmou que o pico da doença ocorre entre março e maio.
Continue sua leitura, escolha seu plano agora!
Para o secretário da Saúde de Porto Alegre, "o pior ainda está por vir". Essa é a previsão de Felipe Ritter sobre a epidemia de dengue na Capital gaúcha. Na Câmara Municipal, onde esteve presente na tarde desta segunda-feira (19). Aos vereadores, ele afirmou que o pico da doença ocorre entre março e maio.
O próprio Ritter pediu para participar da sessão do Legislativo porto-alegrense com o objetivo de apresentar o plano da pasta para combater a dengue. A doença, transmitida pela fêmea do mosquito Aedes aegypti já contabiliza mais de 100 infectados apenas neste ano na Capital gaúcha, em especial nos bairros da região Leste.
Ritter enfatizou o monitoramento dos mosquitos pelo site 'Onde Está o Aedes', que pode ser acompanhado pela população em tempo real. Além disso, afirmou que a pasta realiza testes nos mosquitos capturados em armadilhas para verificar a presença do vírus causador da dengue. Em caso positivo, realizam a aplicação de inseticidas na região afetada, o que não é feito em larga escala pois, de acordo com o secretário, seria um crime ambiental.
Ele também ressaltou que, em Porto Alegre, não houve nenhum óbito por dengue e que os índices de infecção estão abaixo dos apresentados por outros estados brasileiros, incluindo o Paraná, na região Sul.
Em resposta às perguntas realizadas pelos parlamentares, Ritter informou que o papel de prevenção da prefeitura está sendo realizado por meio das redes sociais e da entrega de panfletos, ambos visando a conscientização da população para eliminar possíveis focos da dengue, como recipientes com água parada.
Além disso, rebateu críticas realizadas pelo vereador Jonas Reis (PT), que havia chamado a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de “falida”. Sobre isso, o dirigente da pasta alegou que a SMS otimiza recursos e que é importante usar “o recurso certo para as coisas certas” além de classificar a fala de Reis como um “desconhecimento”.

German (DE)
English (US)
Spanish (ES)
French (FR)
Hindi (IN)
Italian (IT)
Portuguese (BR)
Russian (RU) /https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/4/y/jEH9ApTAq7X2YqMgLeyg/juca.jpeg)

/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/Y/y/pKFAwdQXG1uMJA10FyIg/globo-canal-5-20250904-1800-frame-232855.jpeg)


:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/l/g/UvNZinRh2puy1SCdeg8w/cb1b14f2-970b-4f5c-a175-75a6c34ef729.jpg)


:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_08fbf48bc0524877943fe86e43087e7a/internal_photos/bs/2024/o/u/v2hqAIQhAxupABJOskKg/1-captura-de-tela-2024-07-19-185812-39009722.png)







Comentários
Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro