Aumento da cota da Opep+ representa menos de 2% do suprimento interrompido pelo fechamento de Hormuz. Sinalização da Opep representa disposição da entidade em aumentar a produção assim que a hidrovia for reaberta, disseram fontes da entidade.
Consultoria Energy Aspects chamou aumento de 'acadêmico' enquanto persistirem as interrupções no estreito. "Na realidade, isso acrescenta pouquíssimos barris ao mercado", disse Jorge Leon, ex-funcionário da Opep, que agora trabalha como chefe de análise geopolítica da Rystad Energy. "Quando o Estreito de Hormuz estiver fechado, os barris adicionais da Opep+ se tornarão praticamente irrelevantes."
Aumento pode não ter efeito por causa da guerra. Principais membros da Opep, como Catar, Emirados Árabes e Arábia Saudita, não conseguem aumentar a produção devido ao conflito entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã.
Guerra fechou efetivamente o Estreito de Hormuz. A interrupção pela rota por onde passam cerca de 20% do fornecimento mundial diário de petróleo está afetando as exportações dos membros da Opep+ afetando a oferta de Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Iraque, únicos países do grupo que conseguiram aumentar significativamente a produção mesmo antes do início do conflito.
Preços do petróleo subiram com avanço de conflito para áreas de produção e logística da indústria petrolífera no Oriente Médio. A cotação dos contratos futuros do barril atingiu máximas em quatro anos, próximas a US$ 120 por barril do tipo Brent, referência da commodity no mundo. Valorização levou ao encarecimento dos combustíveis para consumidores e empresas em todo o mundo, desencadeando ações governamentais para conservar os suprimentos.
Opep alertou para riscos ao fornecimento provocados por ataques contra áreas de produção. Em nota, a organização também manifestou preocupação com os ataques à infraestrutura energética, destacando que a restauração de ativos energéticos danificados à plena capacidade é onerosa e demanda muito tempo, afetando assim a disponibilidade geral da oferta. "O comitê enfatizou que quaisquer ações que comprometam a segurança do fornecimento de energia, seja por meio de ataques à infraestrutura, seja pela interrupção de rotas marítimas internacionais, aumentam a volatilidade do mercado e enfraquecem os esforços coletivos para apoiar a estabilidade do mercado, em benefício dos produtores, dos consumidores e da economia global."

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