Esquema liberava mercadorias irregulares em troca de propina. A quadrilha investigada reunia, além dos servidores, despachantes e empresários. Eles atuavam de forma coordenada para viabilizar o desembaraço irregular de mercadorias importadas mediante pagamento sistemático de propina.
Fraudes podem atingir R$ 86,6 bilhões em produtos importados. O valor é originado da identificação de cerca de 17 mil declarações de importação suspeitas entre julho de 2021 e março de 2026. Segundo o Fisco, a apuração resultou em uma das maiores operações de combate à corrupção aduaneira da história recente do Brasil.
Investigados atuavam em três frentes principais dentro do porto. O grupo liberava cargas retidas por problemas legais, criava regras falsas para favorecer empresas de óleo e gás e recebia propina de operadores portuários para perdoar multas e reduzir impostos.
Esquema facilitou a entrada de mercadorias proibidas no Brasil. As investigações apontam que a atuação da quadrilha de servidores enfraqueceu o controle nas fronteiras, prejudicou a segurança pública e limitou a arrecadação de impostos com os produtos.

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