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Os 10 melhores games de vampiro para jogar hoje, segundo o Metacritic

Os jogos de vampiro exercem um certo fascínio no mundo dos games por conta do caráter sombrio ligado a essas criaturas. Algumas franquias dominam os melhores títulos do tema, como a consagrada Catlevania e, pensando nisso, o TechTudo preparou uma lista com os 10 melhores jogos de vampiro, usando como parâmetro a avaliação do Metacritic. O site reúne críticas de filmes, séries, jogos e músicas feitas por veículos especializados, com o objetivo de resumir a recepção da crítica em uma única nota, o Metascore.

 Divulgação/Konami Castlevania: Symphony of the Night foi lançado em 1997 — Foto: Divulgação/Konami

Esses são os 10 melhores jogos de vampiro segundo o Metacritic

1. Castlevania: Order of Ecclesia - 85

A fase portátil da franquia Castlevania, da Konami, tem como destaque Order of Ecclesia. Lançado para Nintendo DS e conhecido por ser um dos títulos mais difíceis dentro da série, o jogo se passa após o desaparecimento do clã Belmont, tradicionalmente responsável por enfrentar o conde Drácula. Isso leva ao surgimento de organizações alternativas dedicadas a combater o mal, e entre elas está a Ordem de Ecclesia, que desenvolveu um sistema mágico chamado Glyphs, capaz de canalizar poderes sobrenaturais para derrotar o rei dos vampiros.

 Divulgação) Castlevania: Order of Ecclesia (Foto: Divulgação) — Foto: Castlevania: Order of Ecclesia (Foto: Divulgação)

A protagonista, Shanoa, é escolhida para dominar o glyph supremo conhecido como Dominus, mas acaba perdendo suas memórias e habilidades logo no início do game. O grande diferencial do jogo está justamente no sistema de Glyphs, que substitui o uso tradicional de armas por habilidades absorvidas de inimigos e do ambiente. O jogador pode equipar diferentes glyphs em cada mão, criando combinações que misturam ataques físicos e mágicos. Além disso, Order of Ecclesia apresenta um mapa dividido em várias regiões distintas, como vilas, montanhas e cavernas, até liberar o tradicional castelo do Drácula.

2. Vampire Survivors - 86

Vampire Survivors é um jogo indie desenvolvido pela Poncle, lançado inicialmente para PC em 2021 e que depois foi expandido para consoles e mobile. O jogo é um dos mais recentes da lista e aposta em uma fórmula minimalista que furou a bolha e se tornou um grande fenômeno. Diferente de muitos jogos com temática de vampiros, aqui você não necessariamente controla um vampiro, mas sim personagens inspirados em caçadores e figuras clássicas do gênero, enfrentando hordas intermináveis de inimigos em partidas que duram cerca de 30 minutos.

 Reprodução/Nintendo Game Store Vampire Survivors chega ao Nintendo Switch com uma aventura viciante de sobrevivência e sem vampiros — Foto: Reprodução/Nintendo Game Store

A jogabilidade é basicamente automática: o personagem ataca sozinho, enquanto o jogador se concentra apenas na movimentação. Mas o jogo se destaca mesmo no sistema de evolução. Durante cada partida você ganha XP ao derrotar inimigos e usa a experiência adquirida para fazer melhorias que podem ser combinadas para criar armas ainda mais fortes. Mesmo com a aparência modesta, Vampire Survivors foi amplamente aclamado pela crítica e pelos jogadores, conquistando diversos prêmios de design e de melhor jogo indie. Seu sucesso também deu origem a um subgênero conhecido como “bullet heaven” (ou reverse bullet hell), inspirando diversos títulos semelhantes.

3. Castlevania: Harmony of Dissonance - 87

Lançado para Game Boy Advance pela Konami, Castlevania: Harmony of Dissonance segue a linha tradicional da série, focando em exploração e progressão de habilidades no estilo metroidvania. O jogo acompanha Juste Belmont, neto do lendário caçador de vampiros Simon Belmont, em uma jornada para resgatar sua amiga de infância Lydie, desaparecida misteriosamente dentro de um castelo ligado às forças de Drácula. Juste utiliza o famoso chicote Vampire Killer, mas pode encontrar tomos mágicos que, quando combinados com facas, machados e cruzes, liberam novos feitiços.

 castlevania-harmony-of-dissonance castlevania-harmony-of-dissonance — Foto: castlevania-harmony-of-dissonance

A estrutura do mapa também chama atenção. O castelo é dividido em duas versões paralelas, chamadas de Castelo A e Castelo B, ambas conectadas entre si. O jogador precisa alternar entre essas variações para acessar novas áreas e progredir na história, resolvendo alguns puzzles durante o caminho. Apesar disso, o design dos cenários foi alvo de críticas na época por sua repetição visual e cores muito saturadas, uma escolha feita para melhorar a visibilidade na tela do Game Boy Advance original.

4. Dead Cells: Return to Castlevania - 88

Primeira DLC da lista, Dead Cells: Return to Castlevania é uma expansão do aclamado roguelike Dead Cells, lançada em 2023 e desenvolvida pela Motion Twin em colaboração com a Konami. O conteúdo pode ser considerado uma homenagem à franquia Castlevania, trazendo personagens, inimigos, armas e cenários clássicos da saga para dentro do game original. A história começa quando o protagonista, conhecido como Prisioneiro, encontra Richter Belmont e Alucard, que pedem ajuda para enfrentar uma nova ameaça ligada ao retorno de Drácula.

 Reprodução/Steam Dead Cells: Return to Castlevania permite explorar o castelo de Drácula enquanto o Prisioneiro usa armas clássicas da série de vampiros da Konami — Foto: Reprodução/Steam

A partir daí, o jogador é levado a uma rota alternativa dentro do jogo, com fases inspiradas diretamente no castelo do vampiro, repletas de referências visuais e musicais aos clássicos da série. A DLC adiciona uma grande quantidade de conteúdo, como o Vampire Killer e itens inspirados nos jogos antigos, além de inimigos clássicos e dois chefes principais, incluindo o próprio Drácula, que aparece em uma das batalhas finais de Dead Cells. Esse é considerado um dos melhores crossovers já feitos no gênero.

5. Castlevania: Symphony of the Night - 89

Voltando para a franquia mor dos jogos de vampiro, dessa vez quem rouba a cena é Castlevania: Symphony of the Night. Também desenvolvido pela Konami e lançado originalmente para PlayStation, o jogo marcou uma ruptura com o estilo mais linear dos títulos anteriores da franquia, apostando em uma progressão não muito linear e trazendo diversos elementos de RPG. A história se passa após os eventos de Rondo of Blood (game que não consta na lista) e coloca o jogador no controle de Alucard, filho de Drácula, que desperta de seu sono para investigar o misterioso retorno do castelo do vampiro.

 Reprodução/Rafael Monteiro Ao conectar seu DualShock 4 ou DualSense em seu iPhone (iOS) ou Android é possível usá-lo para jogar diversos games, entre eles o clássico Castlevania: Symphony of the Night — Foto: Reprodução/Rafael Monteiro

Ao longo da jornada, Alucard explora o castelo enquanto descobre segredos sobre seu passado e enfrenta diversas criaturas sobrenaturais. Em vez de fases separadas, o castelo é um enorme mapa, repleto de áreas secretas que desbloqueiam novas regiões. Além disso, o jogo incorpora sistemas de RPG, como evolução de equipamentos e magias, permitindo ao jogador personalizar seu estilo de combate. Outro elemento que marcou o game foi o chamado “castelo invertido”, uma segunda versão do mapa que dobra o conteúdo e também o nível de desafio.

6. Castlevania: Dawn of Sorrow - 89

Dawn of Sorrow é a sequência direta de Castlevania: Aria of Sorrow e um dos títulos mais importantes da franquia da Konami, lançado para Nintendo DS. O enredo acompanha Soma Cruz, um jovem que possui uma conexão direta com o poder de Drácula sendo, na prática, sua reencarnação. Mesmo tentando viver uma vida normal, Soma é novamente arrastado para um conflito envolvendo cultistas que desejam trazer o verdadeiro Lorde das Trevas de volta.

 Divulgação/Nintendo Game Store Castlevania: Dawn of Sorrow do Nintendo DS foi relançado na coletânea Castlevania Dominus Collection — Foto: Divulgação/Nintendo Game Store

O jogo trás a evolução do sistema “Tactical Soul”, introduzido no título anterior. Soma pode absorver as almas dos inimigos derrotados, ganhando diversas habilidades. Em Dawn of Sorrow, esse sistema foi expandido, além da introdução de um sistema de fusão de armas que permite melhorar os equipamentos a partir das almas coletadas no mapa. Visualmente, o jogo marcou uma mudança de design, adotando retratos de personagens em estilo mais próximo de anime, diferente do traço clássico da série. Apesar de gerar controvérsia entre os fãs mais antigos, essa escolha ajudou a modernizar a apresentação do game.

7. Castlevania: Aria of Sorrow - 91

Inaugurando a categoria 90+, que no Metacritic rende o selo must-play (sinalizando que o site indica fortemente o jogo), Castlevania: Aria of Sorrow é um dos jogos mais aclamados da franquia da Konami. Ele foi um dos grandes destaques do Game Boy Advance, sendo frequentemente citado como um dos melhores títulos do gênero metroidvania. A história se passa no ano de 2035 e introduz o Soma Cruz que, durante um eclipse solar, é misteriosamente transportado para dentro do castelo de Drácula.

 Divulgação / Konami Melhores jogos de Game Boy Advance: Castlevania Aria of Sorrow — Foto: Divulgação / Konami

Lá, Soma descobre possuir um poder especial: a (já citada) capacidade de absorver as almas dos inimigos derrotados, o que o liga diretamente ao legado do Lorde das Trevas. Essas almas são divididas em três categorias: ofensivas, passivas e de suporte, e podem ser combinadas para criar diferentes estratégias de combate. A estrutura segue o modelo clássico consagrado por Symphony of the Night, mas conta com um grande diferencial de múltiplos finais, que variam dependendo das escolhas realizadas ao longo da campanha.

8. Castlevania: Circle of the Moon - 91

Abrindo o pódio, Castlevania: Circle of the Moon foi o título que marcou o retorno da franquia ao estilo de exploração instaurado por Symphony of the Night, mas com um nível de dificuldade mais elevado. A história traz Nathan Graves, um aprendiz de caçador de vampiros que entra no castelo de Drácula para resgatar seu mestre, Morris Baldwin, após um ritual que traz o vampiro de volta. Ao longo da jornada, Nathan enfrenta seu rival Hugh Baldwin, adicionando uma camada emocional ao enredo.

 Divulgação/Konami Circle of the Moon foi um Castlevania marcante no GBA — Foto: Divulgação/Konami

O game permite ao player combinar cartas mágicas para criar diferentes habilidades. Ao misturar cartas de ação com cartas de atributo, o jogador pode gerar ataques elementais e invocações, ampliando as opções de combate. No entanto, essas cartas são obtidas como drops raros de inimigos, o que pode tornar a progressão mais dependente de sorte em comparação com outros títulos da franquia. Mesmo não fazendo parte da cronologia oficial principal da série, ele é lembrado como um título importante por ajudar a estabelecer a base dos Castlevania portáteis que viriam depois.

9. Legacy of Kain: Soul Reaver - 91

Um dos jogos mais cultuados quando se fala em narrativas sombrias envolvendo vampiros com certeza é Legacy of Kain: Soul Reaver. Desenvolvido pela Crystal Dynamics e publicado pela Eidos Interactive, o título se destacou no final dos anos 90 por sua história macabra. A trama do game se passa no mundo de Nosgoth e acompanha Raziel, um antigo tenente do poderoso vampiro Kain. Após evoluir além de seu mestre, Raziel é traído, executado e lançado em um abismo. No entanto, ele retorna como uma criatura espectral em busca de vingança contra Kain e seus irmãos vampiros.

 Divulgação/Eidos Legacy of Kain: Soul Reaver traz Raziel — Foto: Divulgação/Eidos

Um dos elementos mais inovadores do jogo é a mecânica de alternância entre dois planos: o mundo material e o mundo espectral. Essa transição afeta diretamente o ambiente, alterando a arquitetura dos cenários e abrindo novos caminhos. Diferente de outros jogos da época, Soul Reaver eliminou telas de carregamento tradicionais, criando um mundo contínuo, o que contribui para a imersão. Até hoje, é lembrado como um marco entre os jogos de vampiros, principalmente por sua história diferenciada dentro do gênero.

10. Vampire Survivors: Ode to Castlevania - 95

Desbancando Castlevania e assumindo o pódio com a maior nota entre os games de vampiros, Vampire Survivors: Ode to Castlevania é uma expansão do segundo game dessa lista. Assim como outros crossovers recentes (como o realizado em Dead Cells), a DLC funciona como uma carta de amor à saga Castlevania, trazendo novos conteúdos focados no universo de Drácula, incluindo personagens inspirados na linhagem Belmont e outras figuras conhecidas da série.

 Divulgação/Poncle Vampire Survivors ganha conteúdo temático de Castlevania — Foto: Divulgação/Poncle

Cada personagem possui habilidades próprias que dialogam com as mecânicas já estabelecidas de Vampire Survivors, criando novas possibilidades de builds dentro das partidas. Entre os principais destaques estão as novas armas temáticas, muitas delas reinterpretando equipamentos clássicos de Castlevania, além de fases inéditas que remetem ao castelo do vampiro, com trilhas sonoras inspiradas na franquia original. O DLC mantém a essência do jogo base, com combates automáticos e foco em movimentação e escolha de upgrades, mas adiciona uma camada extra de nostalgia para os fãs da série.

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