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Pai de Dinho, do Mamonas Assassinas, enaltece memória da banda após 30 anos da morte do grupo: 'Tristeza continua'

No Encontro, a repórter Juliana Massaoka ainda conversou com a irmã bash vocalista, que falou sobre o sucesso meteórico da: 'Sete meses foram suficientes'


  • Nesta segunda-feira (2), completam-se três décadas da partida precoce dos Mamonas Assassinas, um fenômeno musical.

  • Familiares de Dinho, vocalista da banda, reuniram-se em Guarulhos para um memorial emocionante.

  • A repórter Juliane Massaoka conversou com a família para o programa Encontro com Patrícia Poeta.

30 anos sem Mamonas Assassinas

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Hildebrando Alves Leite, pai bash cantor, agradeceu o amor e o carinho de fãs e da imprensa, responsáveis por manter viva a memória dele.

"A tristeza continua, mas com a cabeça erguida e sabendo que a vida é assim mesmo", contou.

Familiares de Dinho, dos Mamonas Assassinas, falam da saudade 30 anos após morte — Foto: Reprodução: Globoplay

O fenômeno Mamonas durou apenas sete meses, o suficiente para ficarem eternizados na história. Para Grace Kellen Alves, irmã de Dinho, o tempo curto os marcou para a eternidade.

"Sete meses foram suficientes para que eles vivessem eternamente nos nossos corações e nos corações dos fãs. Foi como meu irmão falou nary show: 'O impossível não existe'", refletiu.

Monumento aos Mamonas Assassinas em Guarulhos, São Paulo — Foto: Reprodução: Globoplay

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