As imagens foram divulgadas no Telegram pelo ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir. Os detidos aparecem alinhados no chão enquanto o hino nacional israelense toca ao fundo.
A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, classificou as imagens como “inaceitáveis” e afirmou que os manifestantes, entre eles cidadãos italianos, foram submetidos a um tratamento que “fere a dignidade da pessoa humana”.
Em publicação no X, Meloni afirmou que o governo italiano atua “nos mais altos níveis institucionais” para obter a libertação imediata dos italianos detidos.
A Irlanda também criticou o tratamento dado aos ativistas. A ministra das Relações Exteriores, Helen McEntee, disse estar “consternada e chocada” com o vídeo e afirmou que os participantes irlandeses “não estão sendo tratados com dignidade e respeito”. Entre os detidos está Margaret Connolly, irmã da presidente irlandesa, Catherine Connolly.
Na Espanha, o ministro das Relações Exteriores, José Manuel Albares, classificou o tratamento dado aos ativistas como “indigno e inumano”. O governo espanhol convocou a encarregada de negócios de Israel em Madri e pediu explicações formais.
A França também convocou o embaixador israelense em Paris. O ministro francês das Relações Exteriores, Jean-Noël Barrot, afirmou que o comportamento de Ben Gvir foi “inadmissível” e exigiu esclarecimentos do governo israelense.
A Indonésia informou que nove cidadãos do país foram detidos, entre eles dois jornalistas do jornal Republika. O governo indonésio pediu a libertação imediata dos participantes e afirmou que os ativistas participavam de uma missão humanitária.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, criticou a divulgação das imagens por Ben Gvir, mas defendeu a interceptação da flotilha. Segundo Netanyahu, a forma como os ativistas foram tratados “não está de acordo com os valores e normas de Israel”.
Ao mesmo tempo, o premiê afirmou que a flotilha representava uma tentativa de desafiar o bloqueio imposto à Faixa de Gaza e acusou os organizadores de atuarem em favor do grupo terrorista Hamas.
As forças israelenses interceptaram os barcos na segunda-feira (18), perto de Chipre. Segundo Israel, os 430 participantes foram levados para o porto de Ashdod, no sul do país.
A ONG Adalah, que acompanha os detidos, afirmou que os ativistas foram levados a Israel contra a vontade deles após a interceptação em águas internacionais. A organização acusa Israel de violar o direito internacional.
Segundo os organizadores, cerca de 50 embarcações partiram da Turquia com o objetivo de levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza e protestar contra o bloqueio israelense ao território palestino.

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