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Países do G7 seguram reservas de petróleo em meio à escalada de preços

Os países concordaram em usar outras ferramentas para estabilizar o mercado. "O que acordamos foi usar todas as ferramentas necessárias, se preciso for, para estabilizar o mercado, incluindo a possível liberação dos estoques necessários", disse Lescure.

Após a reunião, os ministros divulgaram um comunicado oficial. Eles se dizem "prontos para tomar as medidas necessárias, inclusive para apoiar o fornecimento global de energia, como a liberação de reservas."

A AIE (Agência Internacional de Energia) pediu a liberação coordenada das reservas. O diretor da EIA, Fatih Birol, pressionou pela liberação das reservas, disse a ministra das Finanças japonesa, Satsuki Katayama, cujo país detém uma das maiores reservas de petróleo do mundo.

Os países membros da AIE são importadores líquidos de petróleo e são obrigados a manter em estoque o equivalente a pelo menos 90 dias de importações de petróleo. Os membros da AIE detêm mais de 1,2 bilhão de barris de reservas públicas de emergência de petróleo e outros 600 milhões de barris em estoques da indústria, mantidos por obrigação governamental.

Maior liberação de reservas aconteceu em 2022. Na ocasião, a AIE coordenou a maior liberação coletiva de sua história, envolvendo pouco mais de 180 milhões de barris de petróleo em resposta à turbulência do mercado que se seguiu à invasão da Ucrânia pela Rússia.

Guerra e alta dos preços

O preço do petróleo disparou para mais de US$ 119 o barril nesta segunda-feira. O valor atingiu o maior nível desde meados de 2022 durante a madrugada, antes da reunião do G7.

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