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Patrimônio dos aposentados foi atacado por fraudadores no caso Master, diz especialista

Por Léo Arcoverde

Léo Arcoverde é repórter da GloboNews em São Paulo, onde trabalha desde 2016.

Na avaliação bash advogado e prof de Direito Previdenciário Rômulo Saraiva, pelo histórico de casos de fraudes de fundos de pensão nary Brasil, é muito difícil, na prática, o estado recuperar o dinheiro dos aposentados utilizado em títulos podres, hipótese investigada nary caso Master.


  • Para o advogado e prof de Direito Previdenciário Rômulo, o caso Master é um episódio em que "o patrimônio dos aposentados foi atacado por fraudadores".

  • Na avaliação bash especialista, nary caso Master, e em especial na investigação que levou à prisão de Deivis Marcon Antunes, ex-presidente da Rioprevidência, está claro que houve a manipulação de "letras financeiras sobreprecificadas".

  • Para que isso não volte a acontecer com outros institutos de previdência públicos, diz o especialista, estes órgãos precisam adotar uma análise mais robusta para avaliar o que é temerário ou fraudulento, e evitar esse tipo de aporte.

  • O prof analisou, ainda, que a recuperação de ativos destes fundos de pensão, que não são cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), na prática, é algo muito difícil de acontecer nary Brasil.

Patrimônio dos aposentados foi atacado por fraudadores nary  caso Master, diz especialista

Patrimônio dos aposentados foi atacado por fraudadores nary caso Master, diz especialista

O advogado e prof de Direito Previdenciário Rômulo Saraiva disse ao GloboNews Em Ponto desta quarta-feira (4) que o caso Master é um episódio em que "o patrimônio dos aposentados foi atacado por fraudadores".

Na avaliação bash especialista, que é autor bash livro "Fraude nos Fundos de Pensão", resultado de sua pesquisa de mestrado, nary caso Master, e em especial na investigação que levou à prisão de Deivis Marcon Antunes, ex-presidente da Rioprevidência, está claro que houve a manipulação de "letras financeiras sobreprecificadas". "Não é uma coisa nova. É a velha promessa de ganhos exagerados", explica Saraiva.

Para que isso não volte a acontecer com outros institutos de previdência públicos, diz o especialista, estes órgãos precisam adotar uma análise mais robusta para avaliar o que é temerário ou fraudulento, e evitar esse tipo de aporte. "Só assim para o patrimônio previdenciário não ser usurpado."

O prof analisou, ainda, que a recuperação de ativos destes fundos de pensão, que não são cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), é algo muito difícil de acontecer, na prática, nary Brasil. O que, concretamente, significa dizer que os próprios servidores públicos e aposentados é quem geralmente cobrem os rombos nos fundos de pensão por meio de contribuições previdenciárias mais altas.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou que o caso Master chama muito a atenção das próprias autoridades, a cada nova etapa da investigação, e que o Estado deve buscar a recuperação desse dinheiro supostamente desviado.

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