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Petróleo abre acima de US$ 100 em meio a ultimato dos EUA e ameaça do Irã

Bloqueio do Estreito de Hormuz motiva disparada do petróleo
Bloqueio do Estreito de Hormuz motiva disparada do petróleo Imagem: Dado Ruvic/Illustration/Reuters

Ontem Trump deu um ultimato pela reabertura de Hormuz. O presidente norte-americano estabeleceu o prazo de 48 horas para o Irã liberar a passagem responsável pelo trânsito de 20% do petróleo mundial. Caso o canal não seja desbloqueado, ele afirmou que os EUA vão "atacar e destruir completamente" as usinas de energia iranianas.

Se o Irã não abrir totalmente, sem ameaça, o Estreito de Hormuz dentro de 48 horas a partir deste exato momento, os Estados Unidos da América vão atacar e obliterar suas diversas usinas de energia.
Donald Trump

Ofensivas do Irã persistem, mesmo após declarações de Trump. O Exército iraniano repudiou as falas do presidente norte-americano e sugeriu que vai alvejar instalações dos EUA. "Se a infraestrutura iraniana de combustível e energia for violada pelo inimigo, toda a infraestrutura de energia, tecnologia da informação e dessalinização dos EUA e do regime na região será atacada", disse um porta-voz em comunicado divulgado pela agência de notícias Fars.

Irã também ameaça "fechar completamente" o Estreito de Hormuz. Caso o ataque para destruir as usinas iranianas seja concretizado, o Irã cogita interromper o tráfego de navios pelo canal até a reconstrução dos complexos. O alerta foi transmitido pelo coronel Ebrahim Zolfaqari, porta-voz das Forças Armadas Iranianas.

Países do G7 defendem a liberação

Grupo dos países mais ricos do mundo destacou a importância de proteger as rotas marítimas, incluindo o Estreito de Hormuz. A manifestação foi assinada em conjunto pelos ministros das Relações Exteriores do Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, além da União Europeia.

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