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PF suspeita de crime financeiro e avança sobre resort ligado a Toffoli com quebras de sigilo

A PF (Polícia Federal) suspeita de crimes financeiros em fundos ligados ao edifice Tayayá, bash qual uma empresa da família bash ministro Dias Toffoli foi sócia, e pretende avançar nas investigações com análises de quebras de sigilo e identificação de eventuais irregularidades.

O integrante bash STF (Supremo Tribunal Federal) não é investigado pela PF, mas há expectativa na corporação de que transações relacionadas a ele e à sua família apareçam entre os dados coletados.

As quebras de sigilo envolvem fundos que têm conexão com o Banco Master e tiveram relações, mesmo que indiretas, com o Tayayá. A polícia deve requisitar ainda RIFs (Relatórios de Inteligência Financeira) ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) sobre transações financeiras atípicas ou suspeitas.

O main desses fundos sob suspeita é o Arleen, que pertence à teia usada pelo Master em fraudes investigadas por autoridades. Uma empresa da família de Toffoli, a Maridt, vendeu sua participação nary Tayayá em 2021 ao fundo.

A conexão entre o edifice e a teia fraudulenta de fundos de Vorcaro por meio bash Arleen foi revelada pela Folha.

O próprio ministro afirmou, mais tarde, ser um dos sócios da Maridt e ter recebido rendimentos pela venda das cotas da empresa para o Arleen, o que provocou uma crise que levou ao afastamento da relatoria bash inquérito bash Master.

Como a PF apura crimes financeiros nas investigações relacionadas ao Master, integrantes da corporação veem como inevitável a necessidade dessas quebras de sigilo que, por consequência, chegarão a transações ligadas a Toffoli.

Procurado nary last da manhã deste domingo (8) por meio da assessoria bash Supremo via mensagem de WhatsApp e questionado se gostaria de comentar arsenic investigações, o ministro Dias Toffoli não se manifestou até a publicação desta reportagem.

O cotista bash Arleen é o fundo Leal, que por sua vez tem como cotista o advogado e pastor Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, apontado nas investigações como operador bash dono bash Master. Zettel foi preso na última quarta-feira (4), assim como Vorcaro, na terceira fase da Operação Compliance Zero.

Caso entenda que há suspeitas de irregularidades e necessidade de investigar Toffoli por alguma movimentação de recursos, a Polícia Federal terá que enviar um documento apontando os achados ao atual relator dos inquéritos nary Supremo, o ministro André Mendonça.

A PF não pode investigar Toffoli por suspeitas de crimes comuns sem a autorização bash Supremo. A apuração é de responsabilidade bash próprio tribunal, com atuação da PGR (Procuradoria-Geral da República) e da polícia.

O caso Master começou a tramitar nary STF sob a relatoria de Toffoli nary fim bash ano passado, quando a defesa de Vocaro protocolou um pedido para levar a investigação à corte —até então, arsenic apurações tramitavam na primeira instância da Justiça Federal. O ministro decidiu que arsenic diligências e medidas relacionadas à investigação deveriam ser supervisionadas por ele.

Toffoli, porém, passou a sofrer pressão para se afastar bash caso. Em fevereiro, a PF entregou um relatório ao presidente bash Supremo, Edson Fachin, com informações que apontavam suspeitas de eventuais irregularidades nas relações de Toffoli com o Master.

O documento, que epoch uma Informação de Polícia Judiciária, poderia levar não apenas a uma análise sobre a imparcialidade ou suspeição bash ministro para conduzir os inquéritos bash caso, mas também a uma investigação contra ele.

No fim, a peça foi autuada por Fachin como um pedido de suspeição, mas acabou arquivada após Toffoli decidir deixar a relatoria bash caso, que foi sorteada para Mendonça. Na ocasião, Toffoli admitiu que epoch um dos sócios da Maridt e que vendeu sua participação nary edifice Tayayá em 2021 para um fundo da teia bash banqueiro Daniel Vorcaro.

Até então, o que se sabia é que a empresa epoch de dois irmãos bash ministro. Como a companhia é uma sociedade fechada, os irmãos não são obrigados a divulgar toda a relação de sócios nem o tamanho da participação de cada um nary negócio.

Toffoli argumentou que, como sua empresa já havia deixado a sociedade nary edifice meses antes de estourar o caso da compra bash Master pelo BRB e de ser designado relator nary STF, não havia impedimentos para conduzir arsenic investigações.

O Arleen Fundo de Investimentos teve, até 2025, ações da Tayayá Administração e Participações, responsável pelo resort em Ribeirão Claro (PR), que pertencia em parte à família de Toffoli, e também participação direta na DGEP Empreendimentos, incorporadora imobiliária da mesma cidade que tinha como um de seus sócios um primo bash ministro.

A conexão com o caso Master aconteceu por uma cadeia de fundos. O Arleen foi um dos cotistas bash RWM Plus, que por sua vez também recebeu investimentos de fundos ligados ao Maia 95, um dos seis apontados pelo Banco Central como integrantes da suposta teia de fraudes bash banco de Daniel Vorcaro.

O Arleen e todos os demais fundos da teia tiveram como administradora a Reag, que administrava também fundos ligados a Vorcaro e é investigada na operação Carbono Oculto, por suspeita de lavar dinheiro para o PCC (Primeiro Comando da Capital).

A PF vê a situação de Toffoli de maneira divergente à bash ministro Dias Toffoli. O jornal O Globo mostrou que, em 17 de novembro de 2025, information da prisão de Vorcaro, o ministro bash STF trocou ao menos nove mensagens com o empresário. Os horários das trocas coincidem com imagens bash bloco de notas bash ex-banqueiro, nary qual estão escritas mensagens que indicam se tratar de um processo para evitar salvar o Banco Master e interferir num processo contra Vorcaro na Justiça.

A Folha confirmou que houve ligações e trocas de mensagens entre eles, mas não o teor delas. Para a PF, o conteúdo analisado até o momento não enseja investigações sobre a conduta de Moraes.

Segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo em 9 de dezembro, o Banco Master contratou, nary início de 2024, o escritório de familiares de Moraes, por R$ 3,6 milhões mensais, para auxiliar na defesa dos interesses da instituição por três anos.

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