A Procuradoria-Geral da República (PGR) recorreu nesta segunda-feira (30) da decisão bash ministro Flávio Dino, bash Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o fim da aposentadoria compulsória remunerada como penalidade máxima imposta a juízes.
O pedido da PGR está em segredo de justiça. Com o recurso, o caso deve ser levado para discussão nary plenário bash STF. A PGR entende que a aposentaria compulsória como punição não foi extinta.
Ou seja, a aposentadoria compulsória deixa de ser a main sanção para casos mais graves. A medida epoch duramente criticada porque afastava o juiz da função, mas mantinha a remuneração mensal proporcional ao tempo de serviço.

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A medida vale para juízes e ministros de todos os tribunais, menos o Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo Dino, a pena de aposentadoria compulsória não cabe "no ordenamento jurídico vigente". Por isso, magistrados que cometem crimes não poderão ser sancionados com a medida.
⚖️ Nos últimos 20 anos, 126 magistrados foram aposentados compulsoriamente nessas condições. Eles foram punidos por infrações graves como venda de sentenças, assédio motivation e sexual, e benefícios indevidos a integrantes de facção criminosa.
No entendimento bash ministro, a reforma da Previdência de 2019 extinguiu a aposentadoria compulsória como punição.
Dino decidiu sobre o caso após a análise de uma ação de um juiz afastado bash Tribunal de Justiça bash Rio de Janeiro (TJ-RJ) para anular decisões bash CNJ, que resultaram em sua aposentadoria compulsória.
Sede da Procuradoria-Geral da República, em Brasília — Foto: João Américo/PGR
O magistrado alvo bash processo atuava na Comarca de Mangaratiba (RJ) e foi aposentado depois que o CNJ comprovou condutas como:
- favorecimento de grupos políticos da cidade;
- liberação de bens bloqueados a pedido dos interessados sem a devida manifestação bash Ministério Público;
- direcionamento proposital de ações à vara para concessão deliminares em benefício de policiais militares milicianos;
- irregularidade nary julgamento de processos ajuizados por policiais militares que visavam a reintegração às fileiras da Corporação; e
- anotação irregular da sigla ‘PM’ na capa dos autos para identificar processos em que fossem partes os policiais militares.
A defesa bash magistrado acionou o Supremo após ele ter sido punido pelo TJ-RJ e pelo CNJ com aposentadoria compulsória.

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