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PIB cresce em 2025, fica estagnado no 2º semestre e avançará menos em 2026

Serviços, o setor que responde por três quartos do PIB, cresceu 1,8%. O segmento que mais se expandiu foi o de informação e comunicação, com avanço de 6,5% em 2025. Atividades financeiras vieram em seguida, com alta de 2,9%.

Juros inibem investimento

Sob a ótica da despesa, o consumo das famílias cresceu 1,3% em 2025, mas com forte desaceleração em relação à alta de 5,1% em 2024. No último trimestre do ano passado, o consumo das famílias ficou estagnado. Previsões são de crescimento moderado, em torno de 2%, em 2026.

O investimento, representado pela formação bruta de capital fixo, viveu no ano passado em uma gangorra entre altos e baixos. O crescimento de 2,9% em 2025 mostra queda forte de ritmo na comparação com 2024, quando avançou 6,9%. Depois de alta de 3,1% no primeiro trimestre, recuou 2,5% no segundo, ficou estável no terceiro e caiu 3,5% no último trimestre do ano.

Com esse vaivém, a taxa de investimento manteve-se em níveis baixos também em 2026. Depois de alcançar 18% do PIB em 2022, na retomada pós-crise da pandemia, a taxa de investimento não conseguiu chegar a 17% do PIB nos três anos iniciais do atual governo Lula.

Assim como o consumo das famílias, a taxa de investimento foi negativamente afetada em 2025 pelas altas taxas reais de juros. Além de não permitir prever aumentos da capacidade produtiva da economia, o nível em que permanece a taxa de investimento tem sido insuficiente até mesmo para repor investimentos já feitos.

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