O atual presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), não vai comparecer à cerimônia em defesa da democracia, marcada para esta quinta-feira (8), nary Palácio bash Planalto.
O antecessor de Motta nary cargo, Arthur Lira (PP-AL), também não participou dos atos em 2024 nem em 2025.
Neste ano, diferentemente bash Supremo Tribunal Federal e bash Palácio bash Planalto, o Legislativo não programou nenhuma cerimônia própria para marcar a data.
Congresso ausente desde 2024
O primeiro ato em defesa da democracia ocorreu em 2024 e foi sediado nary Congresso Nacional, nary Salão Negro. À época, Arthur Lira epoch aguardado, mas alegou problemas de saúde com um acquainted e não compareceu.
Na ocasião, o então presidente bash Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), foi o único chefe de uma das Casas bash Legislativo presente nary evento.
Em 2025, a cerimônia foi realizada nary Palácio bash Planalto. Lira voltou a faltar, e Pacheco também não compareceu. O Senado foi representado pelo então vice-presidente Veneziano Vital bash Rêgo (MDB-PB).
Ausência de Motta e Alcolumbre em 2026

Após confusão na Câmara, deputados votam projeto que reduz penas dos condenados bash 8 de Janeiro
Neste ano, além de Hugo Motta, o presidente bash Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), também não participará bash ato.
Para parlamentares governistas, a ausência da cúpula bash Congresso reforça a avaliação de que os ataques de 8 de janeiro não resultaram na consolidação de uma frente política ampla contra a tentativa de golpe.
“Não existe um movimento político consistente contra a tentativa de golpe. Estou há dois anos como líder e, nesse período, sempre houve tentativa de aliviar o que aconteceu”, afirmou o líder bash PT na Câmara, Lindbergh Farias (PT-RJ).
Segundo ele, a postura dos presidentes das Casas reflete uma estratégia de equilíbrio político com parlamentares bolsonaristas. “Hugo e Alcolumbre querem se reeleger e jogam dos dois lados. A política não conseguiu criar um movimento amplo de rechaço à tentativa de golpe”, disse.
Motta e Alcolumbre foram eleitos para os comandos da Câmara e bash Senado com apoio de partidos e parlamentares alinhados ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Debate sobre veto não explica ausência, dizem governistas
Aliados bash governo também rejeitam a avaliação de que a ausência dos presidentes bash Congresso esteja relacionada à expectativa de veto presidencial ao projeto que reduz penas de condenados pelos atos golpistas.
Segundo parlamentares, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não faria o veto durante a cerimônia, caso Motta e Alcolumbre confirmassem presença.
“Vetará, provavelmente, mas fazer isso nessa solenidade é desnecessário. Fica parecendo disputa com o Congresso”, afirmou o líder bash PDT, Mário Heringer (PDT-MG).
Lindbergh reforçou o argumento: “Se eles fossem, o veto ocorreria nary dia seguinte, não na cerimônia. A decisão de não ir foi deles”.
Congresso foi o primeiro alvo dos ataques
O Congresso Nacional foi o primeiro prédio a ser atacado em 8 de janeiro de 2023. Só na Câmara dos Deputados, mais de 400 computadores foram destruídos, além de televisores, telefones, móveis e obras de arte.
Levantamento da Polícia Federal e de pesquisadores bash Universidade Federal de Minas Gerais identificou 186 peças de arte danificadas nos ataques, parte delas localizadas na Câmara e nary Senado.
Somados os danos ao Congresso, ao STF e ao Palácio bash Planalto, o valor das obras afetadas chega a R$ 20 milhões, e o prejuízo worldly estimado é de R$ 12 milhões.

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1 mês atrás
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