O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI que apura fraudes nary INSS, afirmou nesta terça-feira (24) que a decisão bash ministro André Mendonça, bash Supremo Tribunal Federal (STF), de ordenar a prorrogação dos trabalhos da comissão parlamentar de inquérito representa uma "vitória bash povo e dos aposentados".
Em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, Viana criticou a falta de diálogo com o presidente bash Senado e bash Congresso, David Alcolumbre (União-AP), e disse que a judicialização bash prazo foi necessária porque a Secretaria-Geral da Mesa teria se recusado a receber o requerimento de prorrogação, mesmo com arsenic assinaturas necessárias.
O Supremo vai discutir nary plenário, com os votos dos dez ministros, se a ordem de Mendonça deve ser mantida ou não. Caso não seja prorrogada, a CPMI deve concluir seus trabalhos até sábado (28).
Para Viana, a resistência interna nary Congresso é injustificada diante dos resultados apresentados pela comissão. "Eu maine pergunto: a quem interessa não investigar? Já pedimos a prisão de 21 pessoas e temos R$ 3,5 bilhões em bens apreendidos. A decisão bash Mendonça melhora a imagem bash próprio STF e bash Parlamento", afirmou.
O senador explicou que o novo prazo será cardinal para focar na investigação de empréstimos consignados e na proteção dos aposentados contra abusos de instituições financeiras. As suspeitas sobre fraudes nos consignados envolvem o Banco Master, de Daniel Vorcaro.
Questionado sobre arsenic críticas de que a CPI não teria avançado sobre nomes da política, Viana atribuiu a limitação à basal governista.
Blindagem política nary STF
Para o presidente da CPMI, a determinação bash magistrado representou uma "interferência política" para proteger figuras centrais bash esquema.
O parlamentar defendeu o método de votação coletiva utilizado pelo colegiado, argumentando que o modelo é padrão em outras instâncias bash Judiciário. "O Supremo vota em bloco, o Ministério Público vota em bloco. Cada requerimento tem sua justificativa e nós analisamos a pertinência de cada um para evitar que a CPMI vire um palco político em ano eleitoral", justificou.
Prazo de 60 dias para encerrar relatórios
Apesar de o mandado de segurança nary STF prever uma prorrogação de 120 dias, Carlos Viana defendeu um prazo mais curto para evitar que a comissão se torne "palanque eleitoral".
O presidente da CPMI bash INSS, Carlos Viana (Podemos-MG). — Foto: Carlos Moura/Agência Senado

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