Novo ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, 38, promete dar continuidade ao trabalho de Sônia Guajajara, que deixa o governo Lula para reassumir seu mandato de deputada federal pelo PSOL de São Paulo. Advogado, ele era secretário-executivo da pasta, que foi criada pelo atual governo.
Terena chega ao primeiro escalão do governo tendo no currículo o fato de ter sido o primeiro advogado indígena a vencer uma ação constitucional no Supremo Tribunal Federal (STF).
Em agosto de 2020, ele foi responsável pela Arguição de Descumprimento de Preceito Constitucional (ADPF) em que o STF obrigou o governo Jair Bolsonaro (PL) a adotar medidas de proteção dos povos indígenas contra a Covid-19.
Também atuou em outra ADPF que garantiu medidas de proteção aos povos isolados, além de ter sido autor de uma denúncia ao Conselho de Direitos Humanos da ONU sobre a "política de extermínio indígena" promovida pelo governo brasileiro no mandato de Bolsonaro.
Terena foi um dos primeiros indígenas beneficiados pelo Programa Universidade para Todos, ingressando no curso de Direito da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), no Mato Grosso do Sul.
Ele também se tornou doutor em Antropologia Social pelo Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Depois fez pós-doutorado na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS), em Paris, na França.

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