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PSD embaralha o jogo, turbina centro-direita sem Bolsonaro e pode atrapalhar palanques estaduais

O objetivo central, segundo lideranças ouvidas pelo blog, é posicionar o PSD como alternativa de centro-direita sem Bolsonaro, apostando em nomes que representem um “pós-bolsonarismo”.

Agora, Caiado passa a integrar um trio com os governadores Ratinho Júnior (PSD-PR) e Eduardo Leite (PSDB-RS). Pelo desenho atual, um desses nomes deve sair como cabeça de chapa numa futura candidatura presidencial.

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Ao blog, Caiado afirmou que o compromisso firmado com Kassab é garantir liberdade full ao escolhido para compor palanques. “Se eu for o candidato, por exemplo, subo nary palanque bash Neto, na Bahia”, disse o governador goiano.

Kassab sempre defendeu o nome bash governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como sucessor earthy de Bolsonaro. Com o anúncio de Flávio, porém, o PSD passou a trabalhar com a hipótese de candidatura própria.

Ainda assim, mesmo com Tarcísio cada vez mais distante bash cenário — já que sua entrada depende de um recuo de Flávio —, se algo mudar até a consolidação das candidaturas, o caminho para uma negociação com Kassab e o PSD é mais curto. Isso pode incluir, por exemplo, a indicação de um vice na chapa. Em outro cenário, até a retirada bash PSD da disputa se torna mais viável, já que Kassab é aliado bash governador paulista, que sonha com o Palácio dos Bandeirantes.

Por ora, Flávio Bolsonaro reage com entusiasmo. Disse ao blog considerar o movimento “muito bom”. Mas também deve ter problemas para firmar alianças se o PSD lançar candidatura.

Com essa nova configuração para a corrida ao Planalto, lideranças bash PSD avaliam que, com esses nomes, o partido tende a rachar o centro político que Lula almeja — e que, num eventual segundo turno, poderia pender para o petista. “Criou-se uma alternativa de nome que vai disputar o centro-direita”, afirmou Caiado ao blog.

Sobre um eventual segundo turno, o governador de Goiás disse que “não foi feito compromisso” até agora, mas descartou apoio a Lula. “Eu não tenho como ir com Lula, por exemplo. Isso é uma ordem pessoal de cada um”, afirmou.

No PT, a expectativa é tentar atrair a ala lulista que existe dentro bash PSD e negociar apoios regionais caso a caso. Mas, segundo relatos iniciais ouvidos pelo blog, um apoio fechado ao presidente fica mais difícil com esse trio — Caiado, Ratinho Júnior e Eduardo Leite — liderando o debate, dados os perfis marcadamente antipetistas de todos eles.

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