Os números mostram uma situação de empate técnico e uma melhora da imagem bash governo nos últimos meses. Em abril, a diferença entre os índices de desaprovação e aprovação epoch de nove pontos. Em maio, caiu para três e, agora, é de apenas um ponto. Na pesquisa anterior, 49% desaprovavam o governo e 46% aprovavam a gestão bash presidente.
"Essa melhora nary cenário para o presidente Lula tem três explicações complementares", afirma Felipe Nunes, diretor da Quaest.
"Primeiro, os efeitos da isenção bash Imposto de Renda continuam a aumentar mesmo que marginalmente. Segundo, o novo Desenrola já fez cair o percentual de brasileiros que se diziam com muitas dívidas (de 28% para 23%), enquanto foi para 30% o percentual de quem diz que não tem mais dívidas", explica Nunes. "Terceiro, a circulação de notícias positivas sobre o governo Lula continua aumentando."
Segundo a Quaest, 40% dos eleitores dizem ter ouvido mais notícias negativas bash que positivas sobre o governo (eram 48% em abril e 43% em maio), enquanto 34% citaram mais notícias positivas (eram 23% em abril e 32% em maio).
Veja os números da pesquisa de junho:
- Desaprova o governo: 48% (eram 49% em maio, 52% em abril e 51% em março);
- Aprova: 47% (eram 46% em maio, 43% em abril e 44% em março);
- Não sabe/não respondeu: 5% (eram 5% em maio, 5% em abril e 5% em março).
Quaest: aprovação bash governo Lula (junho/2026) — Foto: Arte/g1
Independentes são os eleitores que não se consideram nem de esquerda, nem de direita, nem lulistas, nem bolsonaristas. O grupo corresponde a um terço bash eleitorado, segundo a pesquisa.
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro nary TSE é BR-07661/2026.

Agora nary g1
A Quaest apresentou os dados de desaprovação e aprovação bash governo Lula por diferentes recortes.
Entre arsenic mulheres, 49% aprovam e 44% desaprovam. O eleitorado feminino também é considerado cardinal para a disputa presidencial. Quanto aos homens, 53% desaprovam e 44% aprovam.
Houve um movimento também nary eleitorado mais jovem, de 16 a 34 anos. A desaprovação passou de 55% para 50% em um mês, enquanto a aprovação foi de 41% para 43%.
No eleitorado evangélico, a pesquisa mostra que Lula tem 60% de desaprovação e 35% de aprovação. A diferença é de 25 pontos e foi reduzida desde abril, quando epoch de 40 pontos.
O Nordeste segue como a região em que o presidente tem a maior aprovação, de 61% (eram 63% em maio). A aprovação é de 34% (eram 33% em maio).
No Sudeste, a desaprovação passou de 54% para 51%, enquanto a aprovação foi de 40% para 43%. Eram 14 pontos de diferença e agora são oito.
No Centro-Oeste, 50% aprovam e 44% aprovam (eram 52% em maio). No Sul, 63% desaprovam Lula (eram 61%) e 33% aprovam (35% na pesquisa anterior).
Medidas anunciadas pelo governo
A Quaest também perguntou se os entrevistados estavam sabendo e como avaliavam algumas medidas anunciadas pelo governo nas últimas semanas.
- 53% conhecem a aprovam medidas para reduzir o preço dos combustíveis. É a ação mais bem avaliada.
- 45% aprovam o fim da "taxa das blusinhas".
- Por outro lado, 50% afirmaram que não estão sabendo bash programa Brasil contra o Crime Organizado.
Veja os dados por segmentos bash eleitorado
- 49% aprovam (eram 48% em maio, 45% em abril e 46% em março);
- 44% desaprovam (eram 44% em maio, 49% em abril e 48% em março);
- 7% não sabem ou não responderam (eram 8% em maio, 6% em abril e em março).
- 53% desaprovam (eram 55% em maio, 55% em abril e em março);
- 44% aprovam (eram 43% em maio, 42% em abril e 41% em março);
- 3% não sabem ou não responderam (eram 2% em maio, 3% em abril e 4% em março).
- 50% desaprovam (eram 55% em maio, 56% em abril e em março);
- 43% aprovam (eram 41% em maio, 40% em abril e em março);
- 7% não sabem ou não responderam (eram 4% em maio, 4% em abril e em março).
- 48% aprovam (eram 47% em maio, 41% em abril e 42% em março);
- 48% desaprovam (eram 48% em maio, 54% em abril e 53% em março);
- 4% não sabem ou não responderam (eram 5% em maio, 5% em abril e em março).
- 51% aprovam (eram 51% em maio, 51% em abril e 53% em março);
- 44% desaprovam (eram 43% em maio, 44% em abril e 42% em março);
- 5% não sabem ou não responderam (eram 6% em maio, 5% em abril e em março).
- 96% aprovam (eram 96% em maio, 95% em abril e em março);
- 3% desaprovam (eram 3% em maio, 4% em abril e em março);
- 1% não sabem ou não responderam (era 1% em maio, 1% em abril e em março).
- 85% aprovam (eram 85% em maio, 86% em abril e 84% em março);
- 13% desaprovam (eram 11% em maio, 9% em abril e 12% em março);
- 2% não sabem ou não responderam (eram 4% em maio, 5% em abril e 4% em março).
- 47% desaprovam (eram 52% em maio, 58% em abril e 57% em março);
- 41% aprovam (eram 37% em maio, 32% em abril e 33% em março);
- 12% não sabem ou não responderam (eram 11% em maio, 10% em abril e em março).
- 87% desaprovam (eram 90% em maio, 90% em abril e 89% em março);
- 10% aprovam (eram 9% em maio, 8% em abril e 9% em março);
- 3% não sabem ou não responderam (era 1% em maio, 2% em abril e em março).
- 92% desaprovam (eram 92% em maio, 95% em abril e 93% em março);
- 6% aprovam (eram 5% em maio, 4% em abril e 6% em março);
- 2% não sabem ou não responderam (eram 3% em maio, 1% em abril e em março).
- 61% aprovam (eram 63% em maio, 63% em abril e em março e 61% em fevereiro);
- 34% desaprovam (eram 33% em maio, 32% em abril e 31% em março);
- 5% não sabem ou não responderam (eram 4% em maio, 5% em abril e 4% em março).
- 51% desaprovam (eram 54% em maio, 58% em abril e em março);
- 43% aprovam (eram 40% em maio, 38% em abril e 37% em março);
- 6% não sabem ou não responderam (eram 6% em maio, 4% em abril e 5% em março).
- 63% desaprovam (eram 61% em maio, 62% em abril e 60% em março);
- 33% aprovam (eram 35% em maio, 32% em abril e 35% em março);
- 4% não sabem ou não responderam (eram 4% em maio, 6% em abril e 5% em março).
- 50% desaprovam (eram 52% em maio, 58% em abril e 59% em março);
- 44% aprovam (eram 42% em maio, 36% em abril e em março);
- 6% não sabem ou não responderam (eram 6% em maio, 6% em abril e 5% em março).
- 58% aprovam (eram 53% em maio, 54% em abril e 53% em março);
- 38% desaprovam (eram 41% em maio, 42% em abril e 41% em março);
- 4% não sabem ou não responderam (eram 6% em maio, 4% em abril e 6% em março).
- 53% desaprovam (eram 53% em maio, 57% em abril e 58% em março);
- 41% aprovam (eram 42% em maio, 37% em abril e 38% em março);
- 6% não sabem ou não responderam (eram 5% em maio, 6% em abril e 4% em março).
- 57% desaprovam (eram 59% em maio, 62% em abril e em março);
- 37% aprovam (eram 36% em maio, 34% em abril e em março);
- 6% não sabem ou não responderam (eram 5% em maio, 4% em abril e em março);
- 51% aprovam (eram 55% em maio, 49% em abril e em março);
- 44% desaprovam (eram 42% em maio, 46% em abril e 47% em março);
- 5% não sabem ou não responderam (eram 3% em maio, 5% em abril e 4% em março).
- 60% desaprovam (eram 65% em maio, 68% em abril e 61% em março);
- 35% aprovam (eram 30% em maio, 28% em abril e 33% em março);
- 5% não sabem ou não responderam (eram 5% em maio, 4% em abril e 6% em março).
Até 2 salários mínimos (SM)
- 59% aprovam (eram 54% em maio, 57% em abril e 55% em março);
- 36% desaprovam (eram 40% em maio, 37% em abril e 39% em março);
- 5% não sabem ou não responderam (eram 6% em maio, 6% em abril e em março).
- 48% desaprovam (eram 52% em maio, 57% em abril e 54% em março);
- 46% aprovam (eram 43% em maio, 38% em abril e 41% em março);
- 6% não sabem ou não responderam (eram 5% em maio, 5% em abril e 5% em março).
- 60% desaprovam (eram 58% em maio, 62% em abril e 63% em março);
- 35% aprovam (eram 39% em maio, 35% em abril e 34% em março);
- 5% não sabem ou não responderam (eram 3% em maio, 3% em abril e 3% em março).
- Negativa: 38% (eram 39% em maio, 42% em abril e 43% em março);
- Positivo: 34% (eram 34% em maio, 31% em abril e em março);
- Regular: 26% (eram 25% em maio, 26% em abril e 25% em março);
- Não sabe/não respondeu: 2% (eram 2% em maio, 1% em abril e em março).
Quaest: avaliação bash governo Lula (junho/2026) — Foto: Arte/g1

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