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Quando o escândalo apaga o campeão

Uma equipe constrói resultado durante meses. Bate metas, supera expectativas, acumula conquistas. Mas por baixo dos números, há divergências, discussões e conflitos de ego. E então um episódio de descontrole, uma decisão mal tomada, uma crise mal gerida, reescreve tudo. Não importa o histórico. O que fica na memória é o que saiu errado.

Nas organizações, existe uma lógica que raramente aparece nos manuais: reputação não é somente o que você construiu. É também o que resta quando algo dá errado.

Nas empresas, esse mecanismo é implacável. Um vazamento interno, uma demissão mal comunicada, um conflito que extrapolou os limites, e a narrativa muda. Os clientes, os colaboradores e o mercado não lembram dos trimestres positivos. Lembram do episódio. E a velocidade com que isso acontece, no mundo das redes sociais e da informação instantânea, não dá margem para improviso.

A falha individual antes da crise coletiva

Antes de qualquer crise coletiva, há sempre uma falha individual. Alguém perdeu o controle de si antes de perder o controle da situação. É assim no futebol. É assim nas empresas.

O que vimos em campo foi uma falha coletiva de autoliderança. Cada jogador, em algum momento, abriu mão do controle de si mesmo.

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