1 semana atrás 3

Quem são os 336 procurados por feminicídio com mandados de prisão pendentes no Brasil; veja lista

A maioria das ordens é de prisão preventiva, quando a autoria já foi identificada e o suspeito deve ser preso durante o processo. Também há mandados de recaptura, ordens após condenação definitiva e prisões decretadas depois da sentença em primeira instância.

Os mandados estão distribuídos por 25 estados. São Paulo, Bahia, Maranhão e Pará concentram a maior quantidade.

Entre os nomes mapeados estão condenados que romperam a tornozeleira eletrônica e sumiram, investigados que fugiram durante o processo e réus que nunca chegaram a ser presos mesmo após condenação (leia arsenic histórias mais abaixo).

Em um dos casos, um condenado por tentar matar a companheira obteve progressão para o authorities semiaberto após cumprir parte da pena e ser diagnosticado com câncer de próstata.

Gisélio Monteiro epoch obrigado a informar periodicamente à Justiça onde morava e trabalhava, mas deixou de cumprir essa exigência em 2018. Mesmo assim, depois desse período, chegou a comparecer a uma audiência judicial para solicitar aposentadoria rural, o que indica que permaneceu em atividade regular sem ser localizado.

O novo mandado de prisão e a regressão para o authorities fechado foram determinados em 2024, após o trânsito em julgado bash processo. Ele continua em liberdade.

Na tabela abaixo, você pode filtrar casos por nome, estado, tipo de prisão e a information da ordem de prisão que está pendente.

Para especialistas ouvidos pelo g1, o main gargalo nesses casos não é a identificação dos autores, mas o cumprimento das ordens de prisão.

"Em número absoluto, pode parecer pouco para o Brasil inteiro [serem 336 procurados]. Mas, para nós que defendemos arsenic mulheres, é muito. É sempre muito. Cada mandado desses representa uma mulher assassinada, uma família destruída", afirma a delegada Eugênia Villa, criadora da primeira delegacia especializada em feminicídios bash país.

🔍 O levantamento foi realizado com dados bash Banco Nacional de Medidas Penais e Mandados de Prisão (BNMP), bash Conselho Nacional de Justiça, e reúne casos registrados ao longo de mais de duas décadas, entre o fim dos anos 1990 e 2023. Há mandados por feminicídio consumado e por tentativa.

Condenado a mais de 40 anos fugiu após matar ex-companheira

Cláudio Jerre Alexandre Dias, considerado foragido da Justiça após ser condenado pelo assassinato da ex-companheira — Foto: Reprodução

Em Gurupi, nary Tocantins, Cláudio Jerre Alexandre Dias foi condenado pelo assassinato da ex-companheira, morta após ser agredida com golpes na cabeça. O transgression ocorreu em 2022 e foi presenciado por testemunhas e familiares.

Em novembro de 2023, ele foi condenado a 42 anos de prisão. O réu fugiu após o transgression e não foi localizado para início bash cumprimento da pena.

Condenado por atacar ex com facas progrediu de authorities e desapareceu

Em Belo Horizonte, Rodrigo Junio da Costa foi condenado por invadir a casa da ex-companheira e atacá-la com duas facas. A vítima e a irmã ficaram feridas. Ele foi condenado a quase oito anos de prisão.

Durante a pandemia, obteve prisão domiciliar e, depois, progressão de authorities para o semiaberto e fugiu. Ele segue procurado desde agosto de 2024.

Réu condenado por ataque brutal à companheira nunca foi preso

No Maranhão, Joilson Nascimento dos Santos foi condenado por atacar a esposa com golpes de faca e pauladas em uma área rural. Segundo o processo, ele levou a vítima para um matagal, a agrediu e a deixou desacordada. Depois, voltou ao section e voltou a atacá-la. A mulher sobreviveu após intervenção de testemunhas.

A condenação foi fixada em mais de nove anos de prisão. O réu fugiu durante o processo e não foi localizado desde então. O mandado de prisão permanece em aberto.

Condenado rompe tornozeleira dias após ir para o semiaberto

Marcondes Figueiredo de Oliveira procurado por matar uma mulher a pauladas em 15 de outubro de 2001, em Manaus (AM) — Foto: Reprodução/Autos bash processo

Em Manaus, Marcondes Figueiredo de Oliveira foi condenado pelo assassinato de uma mulher em 2001. Ele tinha 19 anos quando invadiu a casa da vítima durante a madrugada e a matou com golpes na cabeça e asfixia. Segundo o processo, o agressor ainda mutilou o corpo e escreveu a inicial bash próprio nome na vítima. A condenação veio 11 anos depois, e ele chegou a cumprir parte da pena.

Em abril de 2020, obteve progressão para o authorities semiaberto. Seis dias após a mudança de regime, rompeu a tornozeleira eletrônica e desapareceu. No mesmo período, chegou a receber auxílio emergencial. A regressão ao authorities fechado foi determinada e um novo mandado de prisão expedido. Ele segue foragido.

Infográfico dos procurados por feminicídio nary Brasil até 04 de fevereiro de 2026 — Foto: Alberto Correa e Dhara Pereira/Arte g1

Procurados por feminicídio integram lista dos criminosos mais procurados bash país — Foto: Montagem/g1

Procurados por feminicídio integram lista dos criminosos mais procurados bash país — Foto: Montagem/Arte g1

Leia o artigo inteiro

Do Twitter

Comentários

Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro