A reunião sobre o Estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irã há quase um mês por conta da guerra contra os Estados Unidos e Israel, reunirá "os chefes de Estado-Maior das Forças Armadas" dos países signatários de um comunicado divulgado na semana passada.
Esses países pediram uma moratória dos ataques contra infraestruturas petrolíferas e de gás no Golfo e se declararam "dispostos a contribuir" para os esforços de segurança no estreito.
O comunicado conjunto, por iniciativa de França, Reino Unido, Alemanha, Itália, Países Baixos e Japão, recebeu o apoio de cerca de 30 países, entre eles Emirados Árabes Unidos e Bahrein.
Vários veículos de imprensa britânicos, entre eles "The Guardian" e "The Times", reportaram que o Reino Unido propôs sediar uma conferência internacional sobre a segurança de Ormuz para lançar uma coalizão de países comprometidos com essa missão.
Antes dos chefes militares desses países se organizarem para reuniões sobre o Estreito de Ormuz, o chefe da Otan, o secretário-geral Mark Rutte, afirmou à mídia dos EUA no final de semana que um grupo de 22 países estava se preparando para reabrir o estreito. Rutte tampouco deu detalhes sobre como isso será feito dado que o Irã tem navios militares na região e controla a passagem.
Vários países acusam o Irã de ter colocado minas no estreito, o que pode levar a uma operação para removê-las.
Mas alguns países, entre eles França, Itália e Alemanha, alertam que nenhuma operação poderia ser realizada no atual contexto de ataques na região.
O Irã fechou de fato o Estreito de Ormuz, por onde transitavam cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito consumidos no mundo, em resposta à ofensiva israelense e americana iniciada em 28 de fevereiro.
O bloqueio dessa via estratégica, onde o Irã atacou vários navios, chegou a fazer o preço do petróleo subir para perto de 120 dólares o barril.
O Irã afirmou na terça-feira que pode garantir a passagem segura de "navios não hostis" que atravessem o estreito.
A república islâmica declarou nos últimos dias que não atacará países aliados, embora muitos navios estejam evitando a região devido à recusa das seguradoras em assumir riscos.
O presidente americano, Donald Trump, pressiona seus aliados a participar da segurança de Ormuz, mas o Reino Unido afirmou recentemente que isso não ocorreria no âmbito da Otan.

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