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'Sem crise de identidade': CP+B assume nome Crispin em nova fase no Brasil

Mas a mudança não foi obrigatória para os escritórios regionais. Por aqui, por exemplo, a mudança acontece apenas agora, quase dois anos depois.

Segundo Vinicius Reis, líder da operação nacional ao lado de André Kassu, coCEO, a ideia era esperar o 'momento certo' pela mudança —e ela veio um pouco depois da agência celebrar sua primeira década de Brasil.

'Estamos no nosso melhor momento de negócios, de reputação, de maturidade. Passamos a onda dos 10 anos e estamos no ápice da Crispin. Agora, oficializo meu apelido, que é sinônimo de carinho, que é que como as pessoas chamam a gente. Facilito a arquitetura de marca, facilito o entendimento das pessoas, facilito a minha comunicação com o mercado anunciantes', afirma Reis.

Em junho do ano passado, a operação perdeu um de seus fundadores locais: Marcos Medeiros, chefe de criação da agência e que morava em Portugal desde 2023, saiu da empresa —neste ano, Medeiros anunciou sua entrada na produtora Sentimental Filme.

Vinicius Reis e André Kassu, sócios-fundadores da Crispin no Brasil
Vinicius Reis e André Kassu, sócios-fundadores da Crispin no Brasil Imagem: Reprodução

Os outros dois fundadores, Reis e Kassu, seguem tocando a operação brasileira, que atende com clientes como 99 (mobilidade, food e pay), Ambev (Cerveja Original e Guaraná Antártica), JBS (Delícia), M.Dias Branco (Piraquê, Vitarella, Adria, Isabela, Fronteira e Jasmine), Lenovo e Motorola, entre outros.

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