A votação sobre uma medida processual para dar prosseguimento à resolução sobre os poderes de guerra terminou com 52 votos a favor e 47 contra. Cinco senadores republicanos votaram com todos os democratas a favor do avanço da proposta.
Em um post na rede Truth Social, o presidente americano criticou os colegas de partido e expôs seus nomes, afirmando :

Trump diz que EUA vão administrar Venezuela por anos
No ano passado, enquanto o governo intensificava a pressão militar sobre a Venezuela com ataques a barcos no sul do Caribe e no leste do Pacífico, o Partido Democrata já havia tentado aprovar medidas similares à aprovada nesta quinta. Os republicanos aliados de Trump, porém, haviam conseguido bloquear duas tentativas anteriores.
O cenário mudou após a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em uma operação militar em Caracas, no sábado (3). Nos bastidores, mesmo republicanos se mostraram apreensivos com as declarações dadas por Trump e uma possível nova ação militar, tanto na Venezuela como na Groenlândia. Alguns parlamentares acusaram o governo de enganar o Congresso.
Apesar da aprovação, a medida ainda terá que enfrentar muitos obstáculos para entrar em vigor. Agora, ela passará para uma análise mais aprofundada no Senado e, para se tornar lei, a resolução também precisa ser aprovada pela Câmara dos Representantes, controlada pelos republicanos, e superar um possível veto de Trump , o que exigiria maioria de dois terços em ambas as casas.
Trump: EUA devem 'administrar' Venezuela por 'vários anos'
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que seu governo deve seguir "administrando" a Venezuela e extraindo petróleo das reservas do país latino-americano "por muitos anos".
Trump fez a declaração em uma entrevista ao jornal norte-americano "The New York Times" publicada nesta quinta-feira (8) (leia mais sobre a entrevista abaixo). O republicano disse ainda que o governo interino da Venezuela, assumido pela vice-presidente de Nicolás Maduro, Delcy Rodríguez, "está nos dando tudo o que consideramos necessário por enquanto".
"Só o tempo vai dizer", disse o presidente norte-americano, ao ser questionado sobre quantos anos a ingerência de Washington sobre Caracas vai durar.
Ao ser questionado por que preferiu apoiar a agora presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, no lugar de incentivar que a oposição tomasse o poder no país, o presidente dos EUA negou responder.
Donald Trump durante evento com republicanos, em janeiro de 2026 — Foto: NICOLE COMBEAU/POOL/EPA/Shutterstock
Segundo o "The New York Times", a entrevista com Trump foi "notável e ampla" e tratou de diversos temas, como a Venezuela, suas investidas contra imigrantes nos EUA e também para tomar a Groenlândia, divisões em sua coalizão Maga, sua saúde, e "se o direito internacional se aplica a ele".
Trump ficou sabendo durante a entrevista da morte de uma moradora de Minneapolis por um agente do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE, na sigla em inglês). O presidente assistiu ao vídeo do incidente na frente dos repórteres no Salão Oval pelo notebook de uma assessora, segundo o jornal.
Ao mesmo tempo que disse "não querer ver ninguém ser baleado", Trump acusou a mulher de "tentar atropelar um policial". Nesse momento, ele foi confrontado pelos repórteres do NYT, que disseram que o vídeo do incidente não mostrava isso.
A morte de Renee Nicole Good, de 37 anos, gerou revolta por todo o país e jogou luz sobre a truculência dos agentes do ICE no cumprimento das políticas repressoras contra imigrantes adotadas por Trump em seu 2º mandato. A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, adotou a mesma retórica de Trump para descrever o episódio.
Trump expulsa organizações

Trump assina decreto que determina a retirada dos EUA de 66 organizações internacionais
Segundo um comunicado da Casa Branca, a saída dos organismos ocorre porque, segundo Washington, eles "operam contrariamente aos interesses nacionais dos EUA".
A maioria dos alvos são agências, comissões e painéis consultivos ligados à ONU que se concentram em questões climáticas, trabalhistas e outras que o governo Trump classificou como voltadas para iniciativas de diversidade e "woke".
O governo Trump já havia suspendido o apoio a agências como a Organização Mundial da Saúde, a UNRWA (Agência das Nações Unidas para a Refugiados da Palestina), o Conselho de Direitos Humanos da ONU e a UNESCO (Agência das Nações Unidas para a Cultura)
O republicano passou a adotar uma abordagem mais seletiva para o pagamento de suas contribuições à ONU, escolhendo quais operações e agências considera alinhadas à agenda de Trump e quais não servem mais aos interesses dos EUA.
Isso representa uma grande mudança em relação à forma como administrações anteriores — tanto republicanas quanto democratas — lidaram com a ONU, e forçou a organização, que já passava por sua própria reestruturação interna, a responder com uma série de cortes de pessoal e programas.

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19 horas atrás
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