Em 2025, taxas positivas foram apuradas em quatro das cinco atividades. O desempenho positivo também foi verificado em 53,6% dos 166 tipos de serviços investigados.
Entre setores, contribuição positiva mais importante ficou com o ramo de informação e comunicação, com avanço de 5,5%. Esse setor foi impulsionado, em grande parte, pelo aumento das receitas das empresas que atuam nos segmentos de portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet; desenvolvimento e licenciamento de softwares; consultoria em tecnologia da informação; tratamentos de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na Internet; desenvolvimento de programas de computador sob encomenda; e suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação.
Setores de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio teve expansão de 2,3%. Também contribuíram para o desempenho positivo dos serviços no Brasil em 2025 os ramos de profissionais, administrativos e complementares (2,6%); e dos serviços prestados às famílias (1,1%).
Os serviços prestados às famílias tiveram a terceira alta seguida, em desempenho que reflete a melhora da renda sustentada por um mercado de trabalho sólido, desemprego em mínimas históricas e salários crescendo acima da inflação, além da expansão das transferências sociais e do impulso sazonal associado ao pagamento do décimo terceiro. Rafael Perez, economista da Suno Research
Serviços financeiros pressionaram negativamente setor de serviços. Em um ano marcadao pela mais elevada taxa básica dejuros desde 2006, o grupo formado por outros serviços recuou 0,5% em 2025, pressionados, em grande parte, pela menor receita vinda de atividades auxiliares dos serviços financeiros, além de administração de cartões de crédito; corretores e agentes de seguros, de previdência complementar e de saúde.
Na comparação mensal com novembro, três setores puxaram redução da atividade. O decréscimo do volume de serviços de 0,4% na passagem de novembro para dezembro de 2025, foi determinado pelo desempenho de transportes (-3,1%), com retrações em todos os segmentos investigados: terrestre (-1,7%); aquaviário (-1,4%); aéreo (-5,5%); e armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio (-4,9%). As demais perdas vieram de outros serviços (-3,4%) e de serviços profissionais e administrativos (-0,3%). As únicas taxas positivas do mês vieram de informação e comunicação (1,7%) e serviços prestados às famílias (1,1%).

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