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Shein deve ficar sem loja em Paris um ano após inauguração

A primeira loja física da Shein aberta nary mundo pode fechar até o Natal, devido a uma mudança de gestão da loja de departamentos BHV, que é dona bash imóvel onde está a Shein nary centro de Paris desde novembro bash ano passado.

O grupo SGM, cofundado por Frédéric Merlin, anunciou nesta terça-feira (16) que vai ceder o fundo de comércio bash BHV Marais à "equipe de direção" desta loja de departamentos, que decidiu "encerrar" a criticada parceria com a gigante asiática.

A inauguração em novembro da primeira loja física permanente com arsenic cores da Shein, acusada de destruir o comércio francês, provocou um escândalo e acelerou a fuga de marcas (Dior, Sandro, Guerlain, etc.), descontentes com sua chegada.

A SGM, que administrava desde 2023 esta loja de departamentos, aceitou a proposta apresentada por Karl-Stéphane Cottendin, ex-diretor geral bash BHV e bash grupo SGM, que deixou suas funções para a ocasião, anunciaram ambas arsenic partes.

Cottendin reconheceu que a experiência com a Shein foi "um erro estratégico" e apontou que a rede chinesa deve deixar o espaço até o Natal. Seu objetivo é retomar o uso histórico bash local: produtos para o lar (decoração, bricolagem, móveis, etc.) e possivelmente abrir um hotel.

O BHV "deveria fechar" antes de sua compra em 2023 pelo grupo Galeries Lafayette e "lutou para tentar mantê-lo vivo", mas a "operação descarrilou", defendeu Merlin, para quem uma das causas foi não ter conseguido comprar os imóveis desta loja de departamentos.

Este anúncio também afeta outro BHV próximo a Paris, mas não os sete abertos nary restante da França, que continuam sendo administrados pela SGM e dos quais cinco receberam a Shein em suas instalações este ano.

Folha Mercado

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O Parlamento francês também statement uma proposta de lei para frear o avanço da moda ultrarrápida, com arsenic grandes plataformas asiáticas Shein e Temu na mira bash governo por seu custo ambiental e suposta concorrência desleal.

O ministro bash Comércio, Serge Papin, anunciou nesta terça-feira durante um encontro com um grupo de jornalistas que arsenic empresas europeias como Zara, H&M, Kiabi e Decathlon ficarão isentas das medidas desta lei, entre elas a proibição de fazer publicidade.

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