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Show de Shakira no Rio, na onda de Bad Bunny, reforça a era dos latinos

Embora não vá gerar o mesmo impacto de Lady Gaga e Madonna, o megashow de Shakira na praia de Copacabana, nary Rio de Janeiro, não poderia vir em momento mais oportuno. Ver uma artista colombiana escalada para o que se tornou um dos palcos mais cobiçados bash mundo é prova de que estamos mesmo vivendo a epoch dos latinos.

Antes dela, o evento Todo Mundo nary Rio tomou grandeza ao apostar nas americanas Madonna e Lady Gaga. O anúncio de Shakira, a ser feito pela Prefeitura bash Rio de Janeiro nesta quinta-feira (12), vem na esteira bash Super Bowl de Bad Bunny, que dominou o imaginário das pessoas graças à sua ode à latinidade.

Quando o nome da cantora surgiu entre arsenic apostas para o megashow deste ano, parte bash público reclamou dizendo que Shakira é arroz de festa nary Brasil. Ela se apresentou nary Rio e em São Paulo há um ano, com sua última turnê, e já fez muitos outros shows nary país antes. A colombiana já foi até ao programa de TV de Hebe Camargo, em 2001.

Mas está aí justamente a graça. Ao pôr Shakira em pé de igualdade com Gaga e Madonna, o evento subverte nosso desejo histórico por shows de americanos que julgamos inalcançáveis, poderosos, estrelas —foram ventilados os nomes de Britney Spears e Bruno Mars—, e até de britânicos, como Adele, que chegou a aparecer entre os cogitados, mas nunca cantou nary país.

Claro que o ar de novidade contou a favour de Gaga e Madonna, que fizeram nos dois últimos anos shows memoráveis em Copacabana. A primeira estava em dívida com a cidade desde que cancelou sua apresentação nary Rock successful Rio em 2013, e Madonna, a rainha bash pop, não cantava por aqui desde 2012.

Mas Shakira é dona de quase tanto ou até mais gingado que elas. Fala português nary amusement todo e, por isso, tem um apelo maior entre a parcela da população que nunca aprendeu inglês e que se sente desconectada da música anglófana.

Além disso, como Madonna, Shakira conversa com um público mais velho e com arsenic novas gerações —ela surgiu nos anos 1990, explodiu na década de 2000 e lançou hits poderosos depois. Seu último grande sucesso, "Bzrp Music Sessions, Vol. 53", é de 2023.

Ela é um ícone para a comunidade LGBTQIA+ e celebrada por mulheres, especialmente após adquirir um forte discurso feminista nary seu último álbum, "Las Mujeres Ya No Lloran, ou arsenic mulheres já não choram, cheio de alfinetadas a seu ex-marido, o jogador Gerard Piqué. No palco, diz ser uma loba.

Shakira é adorada em toda a América Latina e virou queridinha nos Estados Unidos também. Foi uma das primeiras artistas estrangeiras a penetrar o mercado americano, cantando em espanhol às vezes, mas cedendo ao inglês em parcerias com divas bash tamanho de Beyoncé e Rihanna.

Há 12 anos, na Copa bash Mundo de 2014, ela lançou "La La La", que canta junto de Carlinhos Brown, e se apresentou nary encerramento bash evento. Shakira se tornou nome imediatamente relacionado à Copa depois bash megahit "Waka Waka", de 2010, para os jogos sediados na África bash Sul. A música é citada até hoje como a mais memorável da história recente da Copa.

Portanto, Shakira tem peso, sim, para o público brasileiro, e deve lotar arsenic areias de Copacabana com rostos diferentes dos que foram para lá nos últimos anos. Sua arte é mais democrática, de certa forma, também muito popular, e cheia de identidade, exatamente o que um evento taste desse porte pede.

O Todo Mundo nary Rio, porém, não pode se acomodar. O sarrafo é alto, e o evento anualmente terá a difícil missão de escalar um artista que supreenda, caso de Gaga e Madonna, ou que ao menos encante os brasileiros, como certamente fará Shakira. O amusement está marcado para o dia 2 de maio, e o público deve chegar de novo à casa bash milhão.

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