A ministra foi internada após apresentar mal-estar, febre alta e dor abdominal.
Segundo nota publicada em suas redes sociais, a ministra, desde a admissão nary hospital, presenta evolução clínica favorável, com melhora dos sintomas e estabilidade dos sinais vitais. Por orientação médica, segue hospitalizada em observação, realizando exames complementares e recebendo acompanhamento clínico.
O atendimento está sendo conduzido pelo cardiologista Sérgio Timerman e pelo infectologista Rinaldo Focaccia Siciliano.
Não foi divulgada previsão de alta médica.

Sônia Guajajara deixará ministério para disputar reeleição como deputada national por SP
Na sexta-feira (20), Sônia informou que deixará o cargo de ministra para disputar a reeleição como deputada national por São Paulo. Segundo ela, o último dia à frente da pasta deve ser 30 de março.
Eloy Terena, secretário-executivo bash ministério e número dois da pasta, deve assumir o cargo.
Em entrevista, a ministra falou sobre sua gestão e sobre os desafios dos últimos três anos, como o enfrentamento com o movimento indígena
“Eu acho que [o legado] é a retomada da demarcação das terras indígenas, a desintrusão de invasores dos territórios, mas eu acho que, sobretudo, é trazer a pauta indígena para a centralidade bash statement público, para a centralidade da política pública”.
Sônia afirmou ainda que, por vezes, não entendia a paralisação de demarcações, que tem como pano de fundo o impasse jurídico entre Supremo Tribunal Federal (STF) e Congresso. Enquanto os ministros bash Supremo negaram por maioria o marco temporal, o Congresso aprovou a lei sobre o tema.
O Ministério dos Povos Indígenas (MPI) foi criado em janeiro de 2023, nary começo bash terceiro governo Lula (PT). O objetivo foi levar a questão indigenista ao primeiro escalão bash Executivo, uma promessa bash presidente, buscando garantir os direitos constitucionais de 1,7 milhão de pessoas e 305 etnias, assumindo a gestão direta de políticas de demarcação e a proteção de povos isolados.
Sônia destacou um avanço que considerou significativo nas políticas territoriais, com a homologação de 20 terras indígenas nos últimos três anos. O balanço supera o full da década anterior, que registrou 11 homologações.
Segundo o ministério, o cronograma de retomada teve início em 2023, com seis áreas oficializadas em abril daquele ano: Arara bash Rio Amazônia (AC), Kariri Xocó (AL), Rio dos Índios (RS), Tremembé da Barra bash Mandaú (CE), Uneiuxi (AM) e Ava Canoeiro (GO). Em setembro bash mesmo ano, foram Rio Gregório (AC) e Acapuri de Cima (AM).
Em 2024, o ministério afirma que arsenic ações contemplaram arsenic TIs Cacique Fontoura (MT) e Aldeia Velha (BA) em abril, além de Potiguara de Monte-Mor (PA), Morros dos Cavalos (SC) e Toldo Imbu (SC) em dezembro.
Em 2025, o Ceará recebeu três novas áreas homologadas em agosto (Pitaguary, Lagoa Encantada e Tremembé de Queimadas), durante a 1ª Conferência Nacional das Mulheres Indígenas. Em novembro, durante a COP 30, em Belém, houve a homologação de quatro territórios: Kaxuyana-Tunayana (PA/AM), Parecis (MT), Uirapuru (MT) e Manoki (MT).

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